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Tiago 1:1 Tiago, servo de Deus e do Senhor Jesus Cristo, às doze tribos que se encontram na Dispersão, saudações.

            A carta de Tiago serve para nós como um manual para a maturidade cristã. Interessantemente, já na saudação o escritor nos traz uma lição importantíssima para sermos cristãos maduros: O cristão maduro compreende sua posição de servo.
Tiago, o escritor desta carta, tinha tudo para se exaltar. Ele era irmão do Senhor Jesus (Mt. 4:21), por isso possuía um conhecimento pessoal do Salvador. Além disso, era um líder de extrema autoridade na igreja de Jerusalém (At 15:13-29). Por estes fatores apenas, o irmão do Senhor poderia manifestar uma visão elevada de si mesmo. Mas note como ele se considera: um servo. Literalmente, Tiago entendia ser um escravo de Deus e do Senhor Jesus Cristo.
            Você já notou como crianças têm dificuldade em compreender sua própria posição? Elas possuem uma forte tendência a enxergarem a si mesmas como senhores de seus pais (e muitos pais alimentam isto, infelizmente). Isto ocorre porque a criança não possui a maturidade suficiente para saber que o mundo não gira ao seu redor, e que seus pais são (ou deveriam ser, pelo menos) seus senhores. Se não aprender estas lições, ela poderá crescer com esta forma imatura de enxergar a si mesma, o que lhe trará enormes problemas.
            Da mesma maneira, o cristão imaturo pode ter uma visão distorcida de si mesmo. Ele, por fatores que vão desde uma criação não bíblica de seus pais, ou uma posição social e financeira abastada, até crenças teológicas equivocadas, pode pensar de si mesmo como alguém a ser servido e os outros como seus servos. 
          Ele pode achar, por exemplo, que Deus é seu servo e, por isso, se decepciona com Ele quando algo deixa de correr bem. Ou então, pensar que a Igreja, corpo de Cristo, existe para servi-lo e satisfazer suas vontades. Desta maneira, comporta-se na igreja como um senhor a ser servido, jamais como um servo de boa vontade. Cristãos que agem assim estão dando sinais claros de que ainda não saíram das fraldas neste quesito espiritual.
       Tiago nos ensina, em contrapartida, que nossa real posição é a de servos. Somos escravos de Deus e do Senhor Jesus. Isto significa que ser cristão implica em abrir mão do senhorio de nossas vidas e assumirmos a posição de servos.
Por isso, o cristão maduro não diz para Deus o que Ele tem que fazer, mas submete-se à Sua vontade, que é boa, agradável e perfeita (Rm 12:2). Também, não vive exigindo que as circunstâncias e as pessoas sejam sempre do jeito que ele quer, se enfurecendo quando não são, mas entende, em oração, o controle de Deus sobre todas as coisas. E ainda, o cristão maduro não pensa que a igreja é um ambiente para satisfazer suas vontades, mas, sendo um corpo pertencente a Cristo, ela é um espaço para o serviço ao Senhor Jesus e aos irmãos.

A percepção de si mesmo como um servo é um elemento essencial da maturidade. Se entendemos que Deus é Senhor e nós os seus servos, teremos uma perspectiva adequada das provações, das tentações, da religião, das boas obras, do uso da língua, temas que serão discutidos por Tiago no restante de sua carta. Portanto, não é demais dizer que a maturidade cristã depende inteiramente de uma visão correta de si mesmo como um servo de Deus e do Senhor Jesus.

O Cristão Maduro - Meditações na carta de Tiago para a maturidade cristã. Tiago 1:1


Tiago 1:1 Tiago, servo de Deus e do Senhor Jesus Cristo, às doze tribos que se encontram na Dispersão, saudações.

            A carta de Tiago serve para nós como um manual para a maturidade cristã. Interessantemente, já na saudação o escritor nos traz uma lição importantíssima para sermos cristãos maduros: O cristão maduro compreende sua posição de servo.
Tiago, o escritor desta carta, tinha tudo para se exaltar. Ele era irmão do Senhor Jesus (Mt. 4:21), por isso possuía um conhecimento pessoal do Salvador. Além disso, era um líder de extrema autoridade na igreja de Jerusalém (At 15:13-29). Por estes fatores apenas, o irmão do Senhor poderia manifestar uma visão elevada de si mesmo. Mas note como ele se considera: um servo. Literalmente, Tiago entendia ser um escravo de Deus e do Senhor Jesus Cristo.
            Você já notou como crianças têm dificuldade em compreender sua própria posição? Elas possuem uma forte tendência a enxergarem a si mesmas como senhores de seus pais (e muitos pais alimentam isto, infelizmente). Isto ocorre porque a criança não possui a maturidade suficiente para saber que o mundo não gira ao seu redor, e que seus pais são (ou deveriam ser, pelo menos) seus senhores. Se não aprender estas lições, ela poderá crescer com esta forma imatura de enxergar a si mesma, o que lhe trará enormes problemas.
            Da mesma maneira, o cristão imaturo pode ter uma visão distorcida de si mesmo. Ele, por fatores que vão desde uma criação não bíblica de seus pais, ou uma posição social e financeira abastada, até crenças teológicas equivocadas, pode pensar de si mesmo como alguém a ser servido e os outros como seus servos. 
          Ele pode achar, por exemplo, que Deus é seu servo e, por isso, se decepciona com Ele quando algo deixa de correr bem. Ou então, pensar que a Igreja, corpo de Cristo, existe para servi-lo e satisfazer suas vontades. Desta maneira, comporta-se na igreja como um senhor a ser servido, jamais como um servo de boa vontade. Cristãos que agem assim estão dando sinais claros de que ainda não saíram das fraldas neste quesito espiritual.
       Tiago nos ensina, em contrapartida, que nossa real posição é a de servos. Somos escravos de Deus e do Senhor Jesus. Isto significa que ser cristão implica em abrir mão do senhorio de nossas vidas e assumirmos a posição de servos.
Por isso, o cristão maduro não diz para Deus o que Ele tem que fazer, mas submete-se à Sua vontade, que é boa, agradável e perfeita (Rm 12:2). Também, não vive exigindo que as circunstâncias e as pessoas sejam sempre do jeito que ele quer, se enfurecendo quando não são, mas entende, em oração, o controle de Deus sobre todas as coisas. E ainda, o cristão maduro não pensa que a igreja é um ambiente para satisfazer suas vontades, mas, sendo um corpo pertencente a Cristo, ela é um espaço para o serviço ao Senhor Jesus e aos irmãos.

A percepção de si mesmo como um servo é um elemento essencial da maturidade. Se entendemos que Deus é Senhor e nós os seus servos, teremos uma perspectiva adequada das provações, das tentações, da religião, das boas obras, do uso da língua, temas que serão discutidos por Tiago no restante de sua carta. Portanto, não é demais dizer que a maturidade cristã depende inteiramente de uma visão correta de si mesmo como um servo de Deus e do Senhor Jesus.


Quando pensei em escrever a série “O que a Bíblia diz sobre...”, minha intensão inicial era lidar com aqueles assuntos que não são tratados diretamente na Bíblia, mas que podemos encontrar nela princípios norteadores. Por exemplo, o que a Bíblia diz sobre carnaval, tomar cerveja, assistir MMA, votar em um político, e etc.
Todavia, foi-me sugerido falar sobre casamento e, interessantemente, eu topei na hora, muito embora a Bíblia fale diretamente sobre este assunto. O motivo da minha aceitação a esse assunto é que, infelizmente, o conceito bíblico de casamento tem sido amplamente esquecido, inclusive no meio do povo de Deus. Não é mais a Bíblia quem tem tido a autoridade de dizer o que é casamento, mas o Estado, ou pior ainda, a TV.
Por isso, nos dias atuais, a pergunta “O que a Bíblia diz sobre o casamento” é praticamente antiquada, cafona. Assim, para algum possível leitor deste texto que não seja um seguidor de Cristo e possa pensar desta maneira, quero dizer que não abro mão de seguir a Bíblia neste assunto e, portanto, peço seu respeito e ponderação sobre o ensino bíblico. Não obstante, para você outro que segue a Cristo, peço sua atenção para que avalie de onde tem vindo a sua compreensão acerca do casamento.
A Bíblia fala muito sobre o casamento. Livros e mais livros têm sido escritos analisando todo tipo de texto relacionado a este assunto, e todas as formas de aplicações práticas de tais passagens bíblicas. Aqui, quero me deter no coração da questão, que é o conceito bíblico do matrimônio. Assim, a pergunta mais precisa seria “O que a Bíblia diz sobre O QUE É casamento”. Para isso, não há melhor texto do que Gênesis 2:24, que diz:
Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne.”

Este texto faz parte do contexto maior da narrativa da criação de Deus. Os capítulos 1 e 2 descrevem todo o processo da obra da criação. À partir do capítulo 3, o assunto muda. E aqui está o primeiro e mais importante ensino bíblico sobre o casamento: ele é uma invenção de Deus. Não foi o homem quem inventou o casamento, foi Deus. Deus quem idealizou e concedeu aos homens e mulheres o privilégio desta instituição. Por isso, quem melhor poderia nos dizer o que é o casamento, senão o seu inventor?
Este pequeno trecho bíblico é exatamente isto, Deus nos dizendo o seu conceito de casamento. Note que o escritor de Gênesis para de contar uma história usando verbos no passado, e profere um ensino no tempo presente. Ele não diz “por isso deixou...”, mas “Por isso, deixa... se une”. Ele usa verbos no presente porque não quer mais contar uma história, mas transmitir um conceito. Que conceito? O conceito do casamento. Vamos analisa-lo, então.
Veja, em primeiríssimo lugar, que o casamento é uma união de um homem e uma mulher. Esta é a essência do matrimônio, a união de duas pessoas. Por isso, o casamento envolve também uma separação, a dos pais. O homem, e consequentemente a mulher, precisa se separar fisicamente e psicologicamente de seus pais, e unir-se também fisicamente e psicologicamente à sua esposa. Ou seja, eles, o homem e a mulher, deixarão de serem filhos em primeiro lugar, para serem marido e mulher.
O casamento é, assim, a criação de uma nova família. É a constituição de um novo lar, uma nova casa. Não é apenas quando o casal tem filhos que se inicia uma família. O casal já é uma família. É isso que se quer dizer com “deixar pai e mãe e unir-se”. Por isso, embora seja fundamental e indispensável o reconhecimento social do matrimônio, é no momento em que o casal une-se em uma nova casa, formando uma nova família, que o casamento acontece.
Em segundo lugar, o texto nos ensina que o casamento também é um “tornar-se uma só carne”. Embora a expressão “uma só carne” seja usada em outro lugar na Bíblia como uma referência à relação sexual (1 Co 6:16), aqui ela tem um sentido bem mais abrangente, que inclui a relação íntima. O sentido aqui é de uma união total e indissolúvel. Como sabemos disso? Pela interpretação de Jesus desse texto. Veja o que ele diz em Mateus 19:4-6:
Então, respondeu ele: Não tendes lido que o Criador, desde o princípio, os fez homem e mulher e que disse: Por esta causa deixará o homem pai e mãe e se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne? De modo que já não são mais dois, porém uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem.”
Note que a compreensão de Cristo desta expressão “tornar-se uma só carne” é de uma união feita diante de Deus e que é tão forte e sagrada que o homem não deve intencionar em desfazê-la. Portanto, tornar-se uma só carne com alguém é promover uma integração total com o cônjuge, de forma que os dois terão tudo em comum, como mesma casa, mesma renda, mesmos filhos, mesmos planos, mesmos prazeres sexuais.
Em resumo, o casamento pode ser definido como a união, diante de Deus, de um homem e uma mulher, para constituir uma nova família, por meio de uma integração total de suas vidas. É isso o que a Bíblia diz sobre o que é o casamento. Com base nisso, precisamos tirar algumas implicações.
1)    Deus proíbe a poligamia. Deus criou uma esposa para Adão, e disse que o homem deveria unir-se à sua mulher. Por isso, o casamento deve ser entre apenas um homem e uma mulher.
2)    Deus proíbe a homossexualidade. O relacionamento conjugal, incluindo o sexual, deve ser entre pessoas de sexos distintos. A homossexualidade é uma deturpação do plano original de Deus.
3)    O casamento é o ambiente estipulado por Deus para a união do homem com uma mulher. Uniões comuns hoje, como “morar juntos”, ou manter relações sexuais fora do casamento, também são deturpações do plano inicial de Deus. Apenas o casamento é o ambiente permitido por Deus para que um casal se una, e, além disso, é o único ambiente seguro para isso.
4)    Deus não deseja que o casamento termine. Muito embora o divórcio tenha sido permitido na Bíblia em pouquíssimas exceções, a união matrimonial precisa ser encarada como indissolúvel. Casais em crise devem sempre procurar resolver seus problemas e jamais considerar a separação como opção.
5)    A interferência de terceiros no casamento sempre é prejudicial e proibida por Deus. Se o casamento é a união de um homem e uma mulher, a matemática dita que seja a união de duas pessoas. Por isso, formas de inclusão de uma terceira pessoa na relação são proibidas por Deus. Uma destas formas é o adultério, onde uma terceira pessoa interfere na união íntima do casal. Outra forma é a interferência de familiares, ou de amigos do casal, ou até mesmo de irmãos da igreja, tornando-se parte integrante da relação conjugal, exercendo papeis que deveriam ser exercidos pelo marido ou pela esposa. É exatamente por isso que se recomendam coisas como não permitir, salvo raríssimas exceções, que familiares morem com o casal; ter amigos em comum; desenvolver lazeres e programas que envolvam o cônjuge. Tudo o que prejudica a união inviolável do casamento deve ser evitado. E tudo o que promova, deve ser aproveitado.
6)    Não são os filhos a essência da família, mas o casal. É comum vermos pais e mães que consideram os filhos as pessoas mais importantes de suas vidas. Não deve ser assim. Filhos vem, e devem ir. Filhos devem deixar seus pais para formar novas famílias, mas o marido e a esposa nunca devem deixar um ao outro. Por isso, o núcleo do casamento é o casal. E deixe-me dizer uma coisa: seus filhos vão gostar muito de ver que você ama mais ao seu papai ou a mamãe dele do que a ele mesmo. Não há nada melhor para um filho do que pais que se amam.

Este é o conceito bíblico do casamento. Meio antiquado para os nossos dias. Mas certamente é o único modelo que realmente funciona e, mais importante ainda, é o único modelo que glorifica a Deus.

Próxima semana, atendendo a um pedido, responderei à seguinte questão: O que a Bíblia diz sobre... ter amigos descrentes? E você, quer saber o que a Bíblia diz sobre algum assunto específico? Escreva no comentário, completando a frase "O que a Bíblia diz sobre...". Deus os abençoe

O que a Bíblia diz sobre... casamento?


Quando pensei em escrever a série “O que a Bíblia diz sobre...”, minha intensão inicial era lidar com aqueles assuntos que não são tratados diretamente na Bíblia, mas que podemos encontrar nela princípios norteadores. Por exemplo, o que a Bíblia diz sobre carnaval, tomar cerveja, assistir MMA, votar em um político, e etc.
Todavia, foi-me sugerido falar sobre casamento e, interessantemente, eu topei na hora, muito embora a Bíblia fale diretamente sobre este assunto. O motivo da minha aceitação a esse assunto é que, infelizmente, o conceito bíblico de casamento tem sido amplamente esquecido, inclusive no meio do povo de Deus. Não é mais a Bíblia quem tem tido a autoridade de dizer o que é casamento, mas o Estado, ou pior ainda, a TV.
Por isso, nos dias atuais, a pergunta “O que a Bíblia diz sobre o casamento” é praticamente antiquada, cafona. Assim, para algum possível leitor deste texto que não seja um seguidor de Cristo e possa pensar desta maneira, quero dizer que não abro mão de seguir a Bíblia neste assunto e, portanto, peço seu respeito e ponderação sobre o ensino bíblico. Não obstante, para você outro que segue a Cristo, peço sua atenção para que avalie de onde tem vindo a sua compreensão acerca do casamento.
A Bíblia fala muito sobre o casamento. Livros e mais livros têm sido escritos analisando todo tipo de texto relacionado a este assunto, e todas as formas de aplicações práticas de tais passagens bíblicas. Aqui, quero me deter no coração da questão, que é o conceito bíblico do matrimônio. Assim, a pergunta mais precisa seria “O que a Bíblia diz sobre O QUE É casamento”. Para isso, não há melhor texto do que Gênesis 2:24, que diz:
Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne.”

Este texto faz parte do contexto maior da narrativa da criação de Deus. Os capítulos 1 e 2 descrevem todo o processo da obra da criação. À partir do capítulo 3, o assunto muda. E aqui está o primeiro e mais importante ensino bíblico sobre o casamento: ele é uma invenção de Deus. Não foi o homem quem inventou o casamento, foi Deus. Deus quem idealizou e concedeu aos homens e mulheres o privilégio desta instituição. Por isso, quem melhor poderia nos dizer o que é o casamento, senão o seu inventor?
Este pequeno trecho bíblico é exatamente isto, Deus nos dizendo o seu conceito de casamento. Note que o escritor de Gênesis para de contar uma história usando verbos no passado, e profere um ensino no tempo presente. Ele não diz “por isso deixou...”, mas “Por isso, deixa... se une”. Ele usa verbos no presente porque não quer mais contar uma história, mas transmitir um conceito. Que conceito? O conceito do casamento. Vamos analisa-lo, então.
Veja, em primeiríssimo lugar, que o casamento é uma união de um homem e uma mulher. Esta é a essência do matrimônio, a união de duas pessoas. Por isso, o casamento envolve também uma separação, a dos pais. O homem, e consequentemente a mulher, precisa se separar fisicamente e psicologicamente de seus pais, e unir-se também fisicamente e psicologicamente à sua esposa. Ou seja, eles, o homem e a mulher, deixarão de serem filhos em primeiro lugar, para serem marido e mulher.
O casamento é, assim, a criação de uma nova família. É a constituição de um novo lar, uma nova casa. Não é apenas quando o casal tem filhos que se inicia uma família. O casal já é uma família. É isso que se quer dizer com “deixar pai e mãe e unir-se”. Por isso, embora seja fundamental e indispensável o reconhecimento social do matrimônio, é no momento em que o casal une-se em uma nova casa, formando uma nova família, que o casamento acontece.
Em segundo lugar, o texto nos ensina que o casamento também é um “tornar-se uma só carne”. Embora a expressão “uma só carne” seja usada em outro lugar na Bíblia como uma referência à relação sexual (1 Co 6:16), aqui ela tem um sentido bem mais abrangente, que inclui a relação íntima. O sentido aqui é de uma união total e indissolúvel. Como sabemos disso? Pela interpretação de Jesus desse texto. Veja o que ele diz em Mateus 19:4-6:
Então, respondeu ele: Não tendes lido que o Criador, desde o princípio, os fez homem e mulher e que disse: Por esta causa deixará o homem pai e mãe e se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne? De modo que já não são mais dois, porém uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem.”
Note que a compreensão de Cristo desta expressão “tornar-se uma só carne” é de uma união feita diante de Deus e que é tão forte e sagrada que o homem não deve intencionar em desfazê-la. Portanto, tornar-se uma só carne com alguém é promover uma integração total com o cônjuge, de forma que os dois terão tudo em comum, como mesma casa, mesma renda, mesmos filhos, mesmos planos, mesmos prazeres sexuais.
Em resumo, o casamento pode ser definido como a união, diante de Deus, de um homem e uma mulher, para constituir uma nova família, por meio de uma integração total de suas vidas. É isso o que a Bíblia diz sobre o que é o casamento. Com base nisso, precisamos tirar algumas implicações.
1)    Deus proíbe a poligamia. Deus criou uma esposa para Adão, e disse que o homem deveria unir-se à sua mulher. Por isso, o casamento deve ser entre apenas um homem e uma mulher.
2)    Deus proíbe a homossexualidade. O relacionamento conjugal, incluindo o sexual, deve ser entre pessoas de sexos distintos. A homossexualidade é uma deturpação do plano original de Deus.
3)    O casamento é o ambiente estipulado por Deus para a união do homem com uma mulher. Uniões comuns hoje, como “morar juntos”, ou manter relações sexuais fora do casamento, também são deturpações do plano inicial de Deus. Apenas o casamento é o ambiente permitido por Deus para que um casal se una, e, além disso, é o único ambiente seguro para isso.
4)    Deus não deseja que o casamento termine. Muito embora o divórcio tenha sido permitido na Bíblia em pouquíssimas exceções, a união matrimonial precisa ser encarada como indissolúvel. Casais em crise devem sempre procurar resolver seus problemas e jamais considerar a separação como opção.
5)    A interferência de terceiros no casamento sempre é prejudicial e proibida por Deus. Se o casamento é a união de um homem e uma mulher, a matemática dita que seja a união de duas pessoas. Por isso, formas de inclusão de uma terceira pessoa na relação são proibidas por Deus. Uma destas formas é o adultério, onde uma terceira pessoa interfere na união íntima do casal. Outra forma é a interferência de familiares, ou de amigos do casal, ou até mesmo de irmãos da igreja, tornando-se parte integrante da relação conjugal, exercendo papeis que deveriam ser exercidos pelo marido ou pela esposa. É exatamente por isso que se recomendam coisas como não permitir, salvo raríssimas exceções, que familiares morem com o casal; ter amigos em comum; desenvolver lazeres e programas que envolvam o cônjuge. Tudo o que prejudica a união inviolável do casamento deve ser evitado. E tudo o que promova, deve ser aproveitado.
6)    Não são os filhos a essência da família, mas o casal. É comum vermos pais e mães que consideram os filhos as pessoas mais importantes de suas vidas. Não deve ser assim. Filhos vem, e devem ir. Filhos devem deixar seus pais para formar novas famílias, mas o marido e a esposa nunca devem deixar um ao outro. Por isso, o núcleo do casamento é o casal. E deixe-me dizer uma coisa: seus filhos vão gostar muito de ver que você ama mais ao seu papai ou a mamãe dele do que a ele mesmo. Não há nada melhor para um filho do que pais que se amam.

Este é o conceito bíblico do casamento. Meio antiquado para os nossos dias. Mas certamente é o único modelo que realmente funciona e, mais importante ainda, é o único modelo que glorifica a Deus.

Próxima semana, atendendo a um pedido, responderei à seguinte questão: O que a Bíblia diz sobre... ter amigos descrentes? E você, quer saber o que a Bíblia diz sobre algum assunto específico? Escreva no comentário, completando a frase "O que a Bíblia diz sobre...". Deus os abençoe


Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio delesMateus 18:20


Lembro como se fosse hoje! Eu, ainda criança, chego com meus pais na igreja para o culto. Notamos, então, que apenas a nossa família e mais outra estão presentes, e mais a família do pastor. Parece uma situação triste, pouca gente no culto. O que o pastor falaria, então, para consolar e animar aos presentes? Ele escolheu citar Mateus 18:20 para sabermos que Cristo estava entre nós! Mas, espera aí: Acho que não é bem assim...

Poucos textos são tão utilizados de maneira errônea quanto Mateus 18:20. Eu mesmo já ouvi este trecho sendo usado para oração em grupo, e até como base para dizer que não é preciso ir para o culto, pois a família com filhos já soma no mínimo 3! Porém, é da maneira como foi usado nesta minha experiência que ele mais é utilizado, para motivar a um grupo pequeno no culto, afirmando que, embora poucos, Cristo está presente.

Em primeiro lugar, não é errado motivar aos irmãos lembrando-lhes da presença de Cristo no culto. Porém, outros textos poderiam ser usados, pois o de Mateus 18:20 definitivamente não trata disso. De que trata, então?

Regrinha básica em ação: analise o texto no seu contexto. Fazendo isso, você notará que o contexto trata de disciplina na igreja. Jesus está ensinando aos seus discípulos sobre como lidar com um irmão que peca. Primeiro passo, falar com ele. Segundo passo, levar mais uma ou duas testemunhas (decore estes números). Terceiro passo, falar para a igreja. Se, depois de tudo isso, a pessoa recusa-se a abandonar o seu pecado, ela deve ser excluída da igreja.

Assim, os versos 18 e 19 mostram que este processo é autorizado por Deus. Preste bem atenção e você verá Jesus falando de “terra” e “céu” algumas vezes nestes versículos. O que ele quer dizer é que, embora o tratamento do pecado lide com problemas “aqui da terra”, Deus, que está “no céu”, também está relacionado.

Desta forma, veja que o versículo 20 começa com um “Porque”. Se começa assim, então ele está completando uma ideia anterior e, por isso, para entendê-lo, é preciso entender o dito anteriormente. Mas nós já sabemos que o contexto fala de Deus autorizando “no céu” o tratamento do pecado “na terra”. Portanto, o versículo 20 fala exatamente sobre isso também, sobre tratamento de pecado, e sobre autorização divina!

O ensino deste verso, então, é que quando dois ou três se reunirem para lidar com o pecado de um irmão, isto terá a autoridade da presença espiritual do próprio Cristo! O próprio Senhor Jesus estará presente quando o segundo passo começar a ser praticado, dando peso àquela situação de exortação.

Por isso, não use Mateus 18:20 para motivar os poucos crentes presente no culto. Mas você pode usar muito bem para motivar aos presentes em uma assembleia onde se discutirá um pecado a ser tratado de alguém, pois é sobre isso que este texto fala.

Texto fora de contexto... Mateus 18:20



Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio delesMateus 18:20


Lembro como se fosse hoje! Eu, ainda criança, chego com meus pais na igreja para o culto. Notamos, então, que apenas a nossa família e mais outra estão presentes, e mais a família do pastor. Parece uma situação triste, pouca gente no culto. O que o pastor falaria, então, para consolar e animar aos presentes? Ele escolheu citar Mateus 18:20 para sabermos que Cristo estava entre nós! Mas, espera aí: Acho que não é bem assim...

Poucos textos são tão utilizados de maneira errônea quanto Mateus 18:20. Eu mesmo já ouvi este trecho sendo usado para oração em grupo, e até como base para dizer que não é preciso ir para o culto, pois a família com filhos já soma no mínimo 3! Porém, é da maneira como foi usado nesta minha experiência que ele mais é utilizado, para motivar a um grupo pequeno no culto, afirmando que, embora poucos, Cristo está presente.

Em primeiro lugar, não é errado motivar aos irmãos lembrando-lhes da presença de Cristo no culto. Porém, outros textos poderiam ser usados, pois o de Mateus 18:20 definitivamente não trata disso. De que trata, então?

Regrinha básica em ação: analise o texto no seu contexto. Fazendo isso, você notará que o contexto trata de disciplina na igreja. Jesus está ensinando aos seus discípulos sobre como lidar com um irmão que peca. Primeiro passo, falar com ele. Segundo passo, levar mais uma ou duas testemunhas (decore estes números). Terceiro passo, falar para a igreja. Se, depois de tudo isso, a pessoa recusa-se a abandonar o seu pecado, ela deve ser excluída da igreja.

Assim, os versos 18 e 19 mostram que este processo é autorizado por Deus. Preste bem atenção e você verá Jesus falando de “terra” e “céu” algumas vezes nestes versículos. O que ele quer dizer é que, embora o tratamento do pecado lide com problemas “aqui da terra”, Deus, que está “no céu”, também está relacionado.

Desta forma, veja que o versículo 20 começa com um “Porque”. Se começa assim, então ele está completando uma ideia anterior e, por isso, para entendê-lo, é preciso entender o dito anteriormente. Mas nós já sabemos que o contexto fala de Deus autorizando “no céu” o tratamento do pecado “na terra”. Portanto, o versículo 20 fala exatamente sobre isso também, sobre tratamento de pecado, e sobre autorização divina!

O ensino deste verso, então, é que quando dois ou três se reunirem para lidar com o pecado de um irmão, isto terá a autoridade da presença espiritual do próprio Cristo! O próprio Senhor Jesus estará presente quando o segundo passo começar a ser praticado, dando peso àquela situação de exortação.

Por isso, não use Mateus 18:20 para motivar os poucos crentes presente no culto. Mas você pode usar muito bem para motivar aos presentes em uma assembleia onde se discutirá um pecado a ser tratado de alguém, pois é sobre isso que este texto fala.


Sem entrarmos no mérito da origem do carnaval, ou da definição etimológica do termo “carnaval”, todos sabemos que esta festa está estritamente relacionada a práticas imorais. Não é à toa que o governo realiza campanhas em favor do uso de preservativos neste período. Também, é neste período que mulheres desfilam praticamente nuas em uma avenida. Enfim, não seria nada difícil provar que o período carnavalesco é um período onde as pessoas dão vazão à imoralidade sem os devidos constrangimentos típicos da sociedade.
Por conta disso, não seria difícil também concluir que um crente no Senhor Jesus não deve querer participar desta festa, visto ordens bíblicas como “Fugi da impureza” (1 Coríntios 6:18) e “vos abstenham da prostituição” (1 Tessalonicenses 4:3). Porém, alguém pode ainda pensar em assistir aos “belos” desfiles das escolas de samba na TV, ou mesmo que mal haveria em ir a uma “confraternização” de carnaval da empresa. Por mais absurdo que pareça, não custa nada pensarmos: o crente pode pular carnaval?
Em primeiro lugar, é importante que se diga que a Bíblia não fala da festa do carnaval. Esta festividade é bem mais recente do que a Bíblia. Porém, a Bíblia fala com clareza sobre o que se faz no carnaval. O texto que me vem à mente é o de Efésios 5:3-11.
Neste trecho desta carta de Paulo, ele está falando sobre a santidade requerida daqueles que foram unidos a Cristo e unidos aos demais irmãos no Corpo de Cristo, que é a Igreja. Esta dupla união deve nos levar a “não mais andar como andam os gentios” (4:17). Como o próprio apóstolo enfatiza em 5:8 “outrora, ereis trevas, porém, agora, sois luz no Senhor; andai como filhos da luz”.
Com isso em mente, chegamos ao versículo que, entendo eu, aplica-se perfeitamente à questão do carnaval. Veja o que o texto bíblico diz nos versículo 11.
“E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém reprovai-as”.
A palavra “cúmplice” possui a ideia de uma participação com alguém. É como ser cúmplice de um crime. É qualquer forma de participação intencional. E a exortação bíblica é que não devemos participar intencionalmente das obras infrutíferas das trevas. O pr John Macarthur, na sua Bíblia comentada, nos explica bem este trecho. Ele diz “os cristãos [..] não devem se envolver, de modo algum, com os caminhos maus e com as obras de Satanás e do mundo” (pg 1608). Portanto, ser cúmplice das obras infrutíferas das trevas é associar-se intencionalmente com qualquer prática que se origina de uma fonte contrária a Deus, como o mundo e o diabo.
O carnaval, claramente, é uma festa originada “nas trevas”. É uma festividade que em absolutamente nada glorifica a Deus, mas exalta o pecado, especialmente a imoralidade, a lascívia, a impureza. Desta maneira, podemos dizer que não deve haver nenhuma cumplicidade, ou nenhuma associação intencional entre o crente e o carnaval. Associações do tipo assistir aos desfiles na TV ou na cidade, ir a alguma festividade em praias, clubes ou praças, não seriam, portanto, recomendadas. Pelo contrário, o dever do crente é “reprovar”, rejeitar, acusar como ruim todas estas coisas.
Geralmente, as igrejas promovem retiros neste período para que os jovens, ou mesmo as famílias das igrejas tenham um tempo de reclusão deste período tão marcado pelo pecado. Esta é uma boa estratégia. Porém, se você não vai participar de um retiro assim no carnaval, retire-se a si mesmo e à sua família. Desligue a sua TV neste período. Evite praias, clubes, ou qualquer ambiente onde você sabe que está havendo festejos. Se possível, combine com sua igreja momentos de comunhão. Aproveite os feriados para ficar com sua família e com seus irmãos em Cristo.
Portanto, o que a Bíblia diz sobre pular carnaval? Ela diz que isso é associar-se com aquilo que não agrada a Deus e, por isso, não é recomendável àqueles que desejam andar na luz. Que este seja, enfim, o desejo e a postura de todos que queremos honrar ao Deus Santo.

Este é o primeiro texto da série "O que a Bíblia diz sobre...?" Se você deseja saber o ensino bíblico sobre algo, coloque nos comentários o seu complemento à esta frase. Por exemplo, "O que a Bíblia diz sobre...Palavrão?". Logo, logo, sua pergunta será respondida. 



O Que a Bíblia Diz Sobre... Pular Carnaval?



Sem entrarmos no mérito da origem do carnaval, ou da definição etimológica do termo “carnaval”, todos sabemos que esta festa está estritamente relacionada a práticas imorais. Não é à toa que o governo realiza campanhas em favor do uso de preservativos neste período. Também, é neste período que mulheres desfilam praticamente nuas em uma avenida. Enfim, não seria nada difícil provar que o período carnavalesco é um período onde as pessoas dão vazão à imoralidade sem os devidos constrangimentos típicos da sociedade.
Por conta disso, não seria difícil também concluir que um crente no Senhor Jesus não deve querer participar desta festa, visto ordens bíblicas como “Fugi da impureza” (1 Coríntios 6:18) e “vos abstenham da prostituição” (1 Tessalonicenses 4:3). Porém, alguém pode ainda pensar em assistir aos “belos” desfiles das escolas de samba na TV, ou mesmo que mal haveria em ir a uma “confraternização” de carnaval da empresa. Por mais absurdo que pareça, não custa nada pensarmos: o crente pode pular carnaval?
Em primeiro lugar, é importante que se diga que a Bíblia não fala da festa do carnaval. Esta festividade é bem mais recente do que a Bíblia. Porém, a Bíblia fala com clareza sobre o que se faz no carnaval. O texto que me vem à mente é o de Efésios 5:3-11.
Neste trecho desta carta de Paulo, ele está falando sobre a santidade requerida daqueles que foram unidos a Cristo e unidos aos demais irmãos no Corpo de Cristo, que é a Igreja. Esta dupla união deve nos levar a “não mais andar como andam os gentios” (4:17). Como o próprio apóstolo enfatiza em 5:8 “outrora, ereis trevas, porém, agora, sois luz no Senhor; andai como filhos da luz”.
Com isso em mente, chegamos ao versículo que, entendo eu, aplica-se perfeitamente à questão do carnaval. Veja o que o texto bíblico diz nos versículo 11.
“E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém reprovai-as”.
A palavra “cúmplice” possui a ideia de uma participação com alguém. É como ser cúmplice de um crime. É qualquer forma de participação intencional. E a exortação bíblica é que não devemos participar intencionalmente das obras infrutíferas das trevas. O pr John Macarthur, na sua Bíblia comentada, nos explica bem este trecho. Ele diz “os cristãos [..] não devem se envolver, de modo algum, com os caminhos maus e com as obras de Satanás e do mundo” (pg 1608). Portanto, ser cúmplice das obras infrutíferas das trevas é associar-se intencionalmente com qualquer prática que se origina de uma fonte contrária a Deus, como o mundo e o diabo.
O carnaval, claramente, é uma festa originada “nas trevas”. É uma festividade que em absolutamente nada glorifica a Deus, mas exalta o pecado, especialmente a imoralidade, a lascívia, a impureza. Desta maneira, podemos dizer que não deve haver nenhuma cumplicidade, ou nenhuma associação intencional entre o crente e o carnaval. Associações do tipo assistir aos desfiles na TV ou na cidade, ir a alguma festividade em praias, clubes ou praças, não seriam, portanto, recomendadas. Pelo contrário, o dever do crente é “reprovar”, rejeitar, acusar como ruim todas estas coisas.
Geralmente, as igrejas promovem retiros neste período para que os jovens, ou mesmo as famílias das igrejas tenham um tempo de reclusão deste período tão marcado pelo pecado. Esta é uma boa estratégia. Porém, se você não vai participar de um retiro assim no carnaval, retire-se a si mesmo e à sua família. Desligue a sua TV neste período. Evite praias, clubes, ou qualquer ambiente onde você sabe que está havendo festejos. Se possível, combine com sua igreja momentos de comunhão. Aproveite os feriados para ficar com sua família e com seus irmãos em Cristo.
Portanto, o que a Bíblia diz sobre pular carnaval? Ela diz que isso é associar-se com aquilo que não agrada a Deus e, por isso, não é recomendável àqueles que desejam andar na luz. Que este seja, enfim, o desejo e a postura de todos que queremos honrar ao Deus Santo.

Este é o primeiro texto da série "O que a Bíblia diz sobre...?" Se você deseja saber o ensino bíblico sobre algo, coloque nos comentários o seu complemento à esta frase. Por exemplo, "O que a Bíblia diz sobre...Palavrão?". Logo, logo, sua pergunta será respondida. 




Estes dias, tenho sentido o direcionamento de Deus para lidar com uma questão bem delicada. É a primeira vez, em meu próprio ministério pastoral, que lido com este assunto. Infelizmente, já ouvi pastores bem mais experientes dizerem que ele é “caso perdido”. Minha oração é que não o seja em sua vida.
Todavia, não sei propriamente como abordar este assunto. Apenas postarei dois vídeos e, no final, farei algumas aplicações por meio de conselhos práticos. Peço que você assista. Se você é homem, chame sua esposa para assistir. Porém, saiba que você, como líder de sua esposa, é mais responsável por isso do que ela mesma.
OBS: No segundo vídeo, é preciso ativar a legenda.



1)    O verão está aí, e com ele o desejo de ir à praia, ou a uma piscina. Honre a Deus, irmã, não use biquíni. Não exiba o seu corpo a ninguém, apenas ao seu marido. Lembre-se que foi Deus quem inventou a roupa para cobrir o corpo. Quem você acha que inventou essa de descobri-lo?
2)    Mulheres, evitem expor seus corpos na igreja. Cubram COMPLETAMENTE seus seios. Não mostrem suas barrigas. Escondam suas coxas. Não enfatizem a forma dos seus corpos. Saibam que seus irmãos em Cristo já lutam muito contra isso no mundo. Dê descanso a eles pelo menos na igreja. Sim, falo de blusa regata, mini-saia, camiseta com decote, calças apertadas e etc...
3)    Maridos, não usem suas esposas como “troféus”. Não ache que a beleza que Deus deu a elas é para ser “exibida” como um triunfo seu. Sua esposa precisa de seu amor, e não de seu egoísmo. Por isso, lidere-a à modéstia e à discrição. Que as pessoas vejam Cristo nela deve ser o seu desejo.
4)    Jamais se escondam por trás do argumento “a impureza está na mente do homem”. Isto é verdade, a Bíblia diz isso. Porém, vocês mulheres, façam com que não sejam seus corpos alvos desta impureza. Que se um homem pecar olhando para você, não seja porque você o provocou.
5)    Por fim, homens e mulheres, avaliemos nossos critérios. Nos vestimos, PRIMEIRAMENTE, para glorificar a Deus, ou para exibir o quanto ganhamos, ou para exibir nossa beleza, ou para exibir nossa sensualidade, ou simplesmente por conforto? Lembre-se que o Filho de Deus foi exposto nu por amor de nós! E você, seria capaz de vestir-se por amor a Ele?


Que Deus nos abençoe.

O Verão chegou. Como vamos nos vestir?


Estes dias, tenho sentido o direcionamento de Deus para lidar com uma questão bem delicada. É a primeira vez, em meu próprio ministério pastoral, que lido com este assunto. Infelizmente, já ouvi pastores bem mais experientes dizerem que ele é “caso perdido”. Minha oração é que não o seja em sua vida.
Todavia, não sei propriamente como abordar este assunto. Apenas postarei dois vídeos e, no final, farei algumas aplicações por meio de conselhos práticos. Peço que você assista. Se você é homem, chame sua esposa para assistir. Porém, saiba que você, como líder de sua esposa, é mais responsável por isso do que ela mesma.
OBS: No segundo vídeo, é preciso ativar a legenda.



1)    O verão está aí, e com ele o desejo de ir à praia, ou a uma piscina. Honre a Deus, irmã, não use biquíni. Não exiba o seu corpo a ninguém, apenas ao seu marido. Lembre-se que foi Deus quem inventou a roupa para cobrir o corpo. Quem você acha que inventou essa de descobri-lo?
2)    Mulheres, evitem expor seus corpos na igreja. Cubram COMPLETAMENTE seus seios. Não mostrem suas barrigas. Escondam suas coxas. Não enfatizem a forma dos seus corpos. Saibam que seus irmãos em Cristo já lutam muito contra isso no mundo. Dê descanso a eles pelo menos na igreja. Sim, falo de blusa regata, mini-saia, camiseta com decote, calças apertadas e etc...
3)    Maridos, não usem suas esposas como “troféus”. Não ache que a beleza que Deus deu a elas é para ser “exibida” como um triunfo seu. Sua esposa precisa de seu amor, e não de seu egoísmo. Por isso, lidere-a à modéstia e à discrição. Que as pessoas vejam Cristo nela deve ser o seu desejo.
4)    Jamais se escondam por trás do argumento “a impureza está na mente do homem”. Isto é verdade, a Bíblia diz isso. Porém, vocês mulheres, façam com que não sejam seus corpos alvos desta impureza. Que se um homem pecar olhando para você, não seja porque você o provocou.
5)    Por fim, homens e mulheres, avaliemos nossos critérios. Nos vestimos, PRIMEIRAMENTE, para glorificar a Deus, ou para exibir o quanto ganhamos, ou para exibir nossa beleza, ou para exibir nossa sensualidade, ou simplesmente por conforto? Lembre-se que o Filho de Deus foi exposto nu por amor de nós! E você, seria capaz de vestir-se por amor a Ele?


Que Deus nos abençoe.

Série de estudos baseados no livro “Não me deixe contar até três” (Don’t let me count to three”), de Ginger Plowman

Até hoje recordo as palavras da médica que promoveu o parto de nosso filho. Ela nos disse quando foi visitar minha esposa na enfermaria: “Criar filhos é enfrentar desafios novos todos os dias”. E ela tinha toda a razão! Eu só não esperava que o desafio de disciplinar um filho fosse tão difícil.
É importante já diferenciar entre disciplina e instrução. A disciplina é aquele momento que envolve a correção de um ato pecaminoso da criança. A instrução é o momento de ensino e orientação, para que a criança não venha a agir pecaminosamente. Embora a disciplina envolva instrução, e a instrução envolva disciplina, elas são distintas e é sobre a primeira que irei tratar aqui.
Disciplinar os nossos filhos é uma orientação muito clara nas Escrituras. Veja estes dois textos: Provérbios 22:15:  A insensatez está ligada ao coração da criança, mas a vara da disciplina a livrará dela.”; Provérbios 23:13  “Não evite disciplinar a criança; se você a castigar com a vara, ela não morrerá.” Portanto, é indiscutível que nós temos que fazer isso.
Neste primeiro artigo, contudo,  gostaria de mencionar quais são algumas razões pelas quais os pais se negam a cumprir esta orientação bíblica. Vamos à primeira:

1)    Eu amo muito meu filho para bater nele”

Por um lado, dá para entender esse tipo de pensamento. Realmente, ver um filho chorando com uma dor provocada por nós é muito doloroso. Lembro quando meu pai dizia “Isso dói mais em mim do que em você”, e agora eu confirmo toda vez que vou disciplinar meu filho.
Mas pense bem: Quem é realmente o beneficiado quando um pai ou uma mãe se nega a disciplinar seu filho? Certamente não é o filho. O texto acima, o de Provérbios 22:15, mostra o quanto a vara beneficia a criança. Eu mesmo tenho testificado o quanto meu filho tem se tornado mais sábio à medida que é disciplinado.
Quem se beneficia com a ausência da disciplina são apenas os pais, pois eles se livram do desconforto de causar sofrimento, ou do desconforto de dedicar tempo para aplicar a vara. Deixar de disciplinar um filho, portanto, não é sinal de amor, mas de egoísmo. Se você pensa que causar sofrimento é demonstração de falta de amor, gostaria de perguntar-lhe: Você já levou seu filho para ser vacinado?

2)    Ele não tem idade ainda para entender”

De todas as justificativas, esta sempre foi a que mais me tentou. Sempre me perguntei se meu filho entendia o porque ele estava sendo disciplinado. No entanto, esse motivo também não faz tanto sentido.
É muito interessante como eu vejo os pais postando vídeos na internet de seus filhos, ou apenas relatando como com um ano de idade eles já sabem imitar o som do cachorro, já sabem dar tchauzinho, já fazem caretinha quando pedimos e etc. Nós acreditamos tanto no potencial de aprendizado de nossos filhos pequenos que muitos chegam a achar que seu filho é o mais esperto de todos. Porém, aprender que bater na mamãe, ou puxar o cabelo do papai leva à disciplina é algo que demoramos a acreditar que nossos filhos são capazes! Isso não parece estranho? O fato é que nossos filhos tanto compreendem muito mais do que imaginamos.

3)    Ele só faz isso quando está fora de casa”

Meu filho Benjamim tem um hábito que só Deus sabe onde ele aprendeu. Quando ele está fora de casa, qualquer coisa que lhe é negada, ele logo se joga no chão. Ele raramente faz isso em casa, e costumeiramente faz fora de casa. O que eu devo fazer? Deixar de disciplina-lo porque ele não está em casa?
Se temos essa desculpa, nossos filhos logo aprenderão que estão livres para nos desobedecer fora de casa. Por isso, os pais precisam ver a melhor maneira de aplicar a disciplina em todos as circunstancias. Se estiver fora de casa, precisa avaliar se dá para aplicar a vara imediatamente, ou se apenas quando chegar em casa. Mas deixar de disciplinar jamais deve ser uma opção nestes casos.

4)    Ele faz isso porque o temperamento dele é difícil”

Essa desculpa não procede, pois todos nós nascemos com “coisas” ruins em nós. A Bíblia diz que todos somos pecadores (Rm 3:23), e por isso precisamos de correção.
Com nossos filhos não é diferente. Se o temperamento deles é difícil, o que é comum que seja, temos um motivo à mais para ensinar-lhes domínio próprio. O que parece mais adequado, usar a disciplina para ensinar o domínio próprio a alguém que tem um temperamento difícil, ou deixar de disciplinar permitindo que a criança expresse toda a sua raiva e rebeldia?
Um alerta para os que abraçam essa desculpa. O temperamento da criança ainda pode ser tratado, o de um adolescente ou adulto é muito mais complicado. O tempo de lidar com temperamentos difíceis é na infância, e não depois que a criança cresce.

5)    Não disciplino meus filhos, e eles nunca me deram trabalho”

Primeiro, eu tenho enormes dificuldades em acreditar em uma declaração como esta. Já conheci duas famílias que diziam isso, e nas duas o que vi foram filhos que, de fato, não envergonhavam os pais em público, ou não os atrapalhavam em casa. Mas notei que os métodos adotados por eles para lidar com a desobediência eram métodos que tratam o comportamento, e não o coração. Por isso, ao invés de criarem filhos obedientes, eles estavam criando filhos hipócritas.
Em uma dessas famílias, pude conversar com um filho que me confidenciou que seus pais o corrigiam com palavras como “Isso é muito feio”, ou “Vá para o seu quarto e fique lá meia hora”. Esta criança, em uma simples conversa, conseguiu me convencer que não amava os seus pais, pois sentia-se reprimida e pressionada.
Eu suspeito muito de pais que me dizer que não precisam disciplinar seus filhos. Toda criança nasce com o pecado, e é sua tendência desobedecer. Por isso, pais que afirmam não precisar disciplinar seus filhos estão indo contra o ensino das Escrituras da pecaminosidade da criança. Portanto, prefiro crer que esta é uma desculpa para a negligência.

Lógico que há outras razões para os pais se negarem a aplicar a disciplina física em seus filhos. Esta são, talvez, as principais. Porém, nenhuma delas é suficiente para comprovar a tese de que não disciplinar é uma opção viável na educação de nossos filhos.


É importante sabermos que sempre aplicamos algum tipo de disciplina em nossos filhos. Quando nós os corrigimos com palavras como “Isso que você fez não está certo, solte esse brinquedo!”, já estamos aplicando um tipo de disciplina. A questão é qual a maneira mais correta de disciplinar. No próximo estudo, veremos as maneiras equivocadas de disciplina, e depois veremos a maneira bíblica.


   

Disciplinando nossos filhos (parte 1)


Série de estudos baseados no livro “Não me deixe contar até três” (Don’t let me count to three”), de Ginger Plowman

Até hoje recordo as palavras da médica que promoveu o parto de nosso filho. Ela nos disse quando foi visitar minha esposa na enfermaria: “Criar filhos é enfrentar desafios novos todos os dias”. E ela tinha toda a razão! Eu só não esperava que o desafio de disciplinar um filho fosse tão difícil.
É importante já diferenciar entre disciplina e instrução. A disciplina é aquele momento que envolve a correção de um ato pecaminoso da criança. A instrução é o momento de ensino e orientação, para que a criança não venha a agir pecaminosamente. Embora a disciplina envolva instrução, e a instrução envolva disciplina, elas são distintas e é sobre a primeira que irei tratar aqui.
Disciplinar os nossos filhos é uma orientação muito clara nas Escrituras. Veja estes dois textos: Provérbios 22:15:  A insensatez está ligada ao coração da criança, mas a vara da disciplina a livrará dela.”; Provérbios 23:13  “Não evite disciplinar a criança; se você a castigar com a vara, ela não morrerá.” Portanto, é indiscutível que nós temos que fazer isso.
Neste primeiro artigo, contudo,  gostaria de mencionar quais são algumas razões pelas quais os pais se negam a cumprir esta orientação bíblica. Vamos à primeira:

1)    Eu amo muito meu filho para bater nele”

Por um lado, dá para entender esse tipo de pensamento. Realmente, ver um filho chorando com uma dor provocada por nós é muito doloroso. Lembro quando meu pai dizia “Isso dói mais em mim do que em você”, e agora eu confirmo toda vez que vou disciplinar meu filho.
Mas pense bem: Quem é realmente o beneficiado quando um pai ou uma mãe se nega a disciplinar seu filho? Certamente não é o filho. O texto acima, o de Provérbios 22:15, mostra o quanto a vara beneficia a criança. Eu mesmo tenho testificado o quanto meu filho tem se tornado mais sábio à medida que é disciplinado.
Quem se beneficia com a ausência da disciplina são apenas os pais, pois eles se livram do desconforto de causar sofrimento, ou do desconforto de dedicar tempo para aplicar a vara. Deixar de disciplinar um filho, portanto, não é sinal de amor, mas de egoísmo. Se você pensa que causar sofrimento é demonstração de falta de amor, gostaria de perguntar-lhe: Você já levou seu filho para ser vacinado?

2)    Ele não tem idade ainda para entender”

De todas as justificativas, esta sempre foi a que mais me tentou. Sempre me perguntei se meu filho entendia o porque ele estava sendo disciplinado. No entanto, esse motivo também não faz tanto sentido.
É muito interessante como eu vejo os pais postando vídeos na internet de seus filhos, ou apenas relatando como com um ano de idade eles já sabem imitar o som do cachorro, já sabem dar tchauzinho, já fazem caretinha quando pedimos e etc. Nós acreditamos tanto no potencial de aprendizado de nossos filhos pequenos que muitos chegam a achar que seu filho é o mais esperto de todos. Porém, aprender que bater na mamãe, ou puxar o cabelo do papai leva à disciplina é algo que demoramos a acreditar que nossos filhos são capazes! Isso não parece estranho? O fato é que nossos filhos tanto compreendem muito mais do que imaginamos.

3)    Ele só faz isso quando está fora de casa”

Meu filho Benjamim tem um hábito que só Deus sabe onde ele aprendeu. Quando ele está fora de casa, qualquer coisa que lhe é negada, ele logo se joga no chão. Ele raramente faz isso em casa, e costumeiramente faz fora de casa. O que eu devo fazer? Deixar de disciplina-lo porque ele não está em casa?
Se temos essa desculpa, nossos filhos logo aprenderão que estão livres para nos desobedecer fora de casa. Por isso, os pais precisam ver a melhor maneira de aplicar a disciplina em todos as circunstancias. Se estiver fora de casa, precisa avaliar se dá para aplicar a vara imediatamente, ou se apenas quando chegar em casa. Mas deixar de disciplinar jamais deve ser uma opção nestes casos.

4)    Ele faz isso porque o temperamento dele é difícil”

Essa desculpa não procede, pois todos nós nascemos com “coisas” ruins em nós. A Bíblia diz que todos somos pecadores (Rm 3:23), e por isso precisamos de correção.
Com nossos filhos não é diferente. Se o temperamento deles é difícil, o que é comum que seja, temos um motivo à mais para ensinar-lhes domínio próprio. O que parece mais adequado, usar a disciplina para ensinar o domínio próprio a alguém que tem um temperamento difícil, ou deixar de disciplinar permitindo que a criança expresse toda a sua raiva e rebeldia?
Um alerta para os que abraçam essa desculpa. O temperamento da criança ainda pode ser tratado, o de um adolescente ou adulto é muito mais complicado. O tempo de lidar com temperamentos difíceis é na infância, e não depois que a criança cresce.

5)    Não disciplino meus filhos, e eles nunca me deram trabalho”

Primeiro, eu tenho enormes dificuldades em acreditar em uma declaração como esta. Já conheci duas famílias que diziam isso, e nas duas o que vi foram filhos que, de fato, não envergonhavam os pais em público, ou não os atrapalhavam em casa. Mas notei que os métodos adotados por eles para lidar com a desobediência eram métodos que tratam o comportamento, e não o coração. Por isso, ao invés de criarem filhos obedientes, eles estavam criando filhos hipócritas.
Em uma dessas famílias, pude conversar com um filho que me confidenciou que seus pais o corrigiam com palavras como “Isso é muito feio”, ou “Vá para o seu quarto e fique lá meia hora”. Esta criança, em uma simples conversa, conseguiu me convencer que não amava os seus pais, pois sentia-se reprimida e pressionada.
Eu suspeito muito de pais que me dizer que não precisam disciplinar seus filhos. Toda criança nasce com o pecado, e é sua tendência desobedecer. Por isso, pais que afirmam não precisar disciplinar seus filhos estão indo contra o ensino das Escrituras da pecaminosidade da criança. Portanto, prefiro crer que esta é uma desculpa para a negligência.

Lógico que há outras razões para os pais se negarem a aplicar a disciplina física em seus filhos. Esta são, talvez, as principais. Porém, nenhuma delas é suficiente para comprovar a tese de que não disciplinar é uma opção viável na educação de nossos filhos.


É importante sabermos que sempre aplicamos algum tipo de disciplina em nossos filhos. Quando nós os corrigimos com palavras como “Isso que você fez não está certo, solte esse brinquedo!”, já estamos aplicando um tipo de disciplina. A questão é qual a maneira mais correta de disciplinar. No próximo estudo, veremos as maneiras equivocadas de disciplina, e depois veremos a maneira bíblica.


   

A primeira criação de Deus foi a luz. Em Gênesis 1:2 é dito que no princípio a terra estava sem forma e vazia, e havia trevas sobre ela. Então Deus disse “Haja luz” e houve luz. Ou seja, para superar as trevas, Deus criou a luz.

Nós precisamos de luz para enxergar. Se não houver luz, e ficarmos no escuro, não podemos enxergar coisa alguma. Por isso existe a luz, para que possamos nos locomover, realizar nossas ações com liberdade, pois, doutra forma, no escuro não seria possível.

Porém, a Bíblia ensina outro tipo de escuridão, a escuridão espiritual. O homem, ao pecar contra Deus, é imerso em uma profunda escuridão espiritual. Em Isaías 9:2 fala que todos nós vivemos em “profunda escuridão”. Essas trevas espirituais se referem ao estado de afastamento que todos estamos de Deus. O homem separado de Deus vive, portanto, em uma profunda escuridão espiritual.

As Escrituras também nos dizem que essa escuridão é refletida nas decisões e no caráter dos homens. As pessoas deste mundo aprovam o homossexualismo, aplaudem a imoralidade, praticam a corrupção, o adultério, o egoísmo. De fato, nós seres humanos vivemos em profundo distanciamento de Deus. As nossas decisões são tomadas com base em egoísmo, em justiça própria, em orgulho, para satisfazer os nossos desejos. As palavras de Jesus, em João 3:19, se aplicam perfeitamente a todos os homens:  “E o julgamento é este: A luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas que a luz, porque as suas obras eram más.”  

Todavia, da mesma forma que Deus criou a luz para acabar com as trevas no início, Ele também providenciou uma luz para vencer as trevas das nossas almas. Da mesma forma que precisamos de luz para não ficarmos no escuro, Deus providenciou uma luz para acabar com as trevas dos nossos corações. Isso está escrito em João 8:12:

“De novo, lhes falava Jesus, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida.”

Quando Jesus veio ao mundo, foi como se Deus estivesse novamente dizendo “Haja luz”. Mas desta vez, Ele não estava criando luz em escuridão física, mas criando luz em escuridão espiritual. O Senhor Jesus é exatamente aquilo que precisamos para entender o caminho correto a seguir. Ele é o único quem pode dissipar toda escuridão de pecado que há em nosso coração, e nos guiar por um caminho seguro até Deus.

Nossa igreja se chama Igreja Batista Luz do Mundo exatamente por este motivo: entendemos que só traremos esperança para o homem ao apresentarmos Jesus Cristo, a Luz do Mundo. Nossa Igreja deseja andar na Luz a apresentar esta Luz. Esta é a nossa missão. Se você também quiser andar na Luz, junte-se a nós e venha celebrar a Cristo conosco.

Para que Ele cresça,

Pr Antônio Neto.  




A Luz do Mundo


A primeira criação de Deus foi a luz. Em Gênesis 1:2 é dito que no princípio a terra estava sem forma e vazia, e havia trevas sobre ela. Então Deus disse “Haja luz” e houve luz. Ou seja, para superar as trevas, Deus criou a luz.

Nós precisamos de luz para enxergar. Se não houver luz, e ficarmos no escuro, não podemos enxergar coisa alguma. Por isso existe a luz, para que possamos nos locomover, realizar nossas ações com liberdade, pois, doutra forma, no escuro não seria possível.

Porém, a Bíblia ensina outro tipo de escuridão, a escuridão espiritual. O homem, ao pecar contra Deus, é imerso em uma profunda escuridão espiritual. Em Isaías 9:2 fala que todos nós vivemos em “profunda escuridão”. Essas trevas espirituais se referem ao estado de afastamento que todos estamos de Deus. O homem separado de Deus vive, portanto, em uma profunda escuridão espiritual.

As Escrituras também nos dizem que essa escuridão é refletida nas decisões e no caráter dos homens. As pessoas deste mundo aprovam o homossexualismo, aplaudem a imoralidade, praticam a corrupção, o adultério, o egoísmo. De fato, nós seres humanos vivemos em profundo distanciamento de Deus. As nossas decisões são tomadas com base em egoísmo, em justiça própria, em orgulho, para satisfazer os nossos desejos. As palavras de Jesus, em João 3:19, se aplicam perfeitamente a todos os homens:  “E o julgamento é este: A luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas que a luz, porque as suas obras eram más.”  

Todavia, da mesma forma que Deus criou a luz para acabar com as trevas no início, Ele também providenciou uma luz para vencer as trevas das nossas almas. Da mesma forma que precisamos de luz para não ficarmos no escuro, Deus providenciou uma luz para acabar com as trevas dos nossos corações. Isso está escrito em João 8:12:

“De novo, lhes falava Jesus, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida.”

Quando Jesus veio ao mundo, foi como se Deus estivesse novamente dizendo “Haja luz”. Mas desta vez, Ele não estava criando luz em escuridão física, mas criando luz em escuridão espiritual. O Senhor Jesus é exatamente aquilo que precisamos para entender o caminho correto a seguir. Ele é o único quem pode dissipar toda escuridão de pecado que há em nosso coração, e nos guiar por um caminho seguro até Deus.

Nossa igreja se chama Igreja Batista Luz do Mundo exatamente por este motivo: entendemos que só traremos esperança para o homem ao apresentarmos Jesus Cristo, a Luz do Mundo. Nossa Igreja deseja andar na Luz a apresentar esta Luz. Esta é a nossa missão. Se você também quiser andar na Luz, junte-se a nós e venha celebrar a Cristo conosco.

Para que Ele cresça,

Pr Antônio Neto.