O capítulo começa com a expectativa dos irmãos de Jesus fazer sucesso, conquistar a muitos. Porém, Jesus deixa claro que cumpre a expectativa de Deus. Também, a expectativa popular não era nada boa. Vimos que Jesus era visto como alguém a ser questionado, ou mesmo rejeitado. Também, vimos que mediante o discurso de Jesus, mostrando suas credencias, aquelas pessoas reagiram de duas maneiras. O povão, ficou extremamente confuso por que preferiam crer em ideias humanas do que em Cristo. Já as autoridades ficaram furiosos e o rejeitaram
            Por isso, o que percebemos é que a expectativa dos irmãos de Jesus foi frustrada. Jesus não fez tanto sucesso assim em Jerusalém. Na maioria, Jesus foi, de fato, rejeitado, pois não satisfazia as expectativas populares.
            Agora, chegamos ao final da festa dos tabernáculos. O texto diz “No último dia, o grande dia da festa,”
            Mediante aquele evento, e mediante todos aqueles dias de rejeição, Jesus, conclui seu período com um convite.
         
            Receber um convite é algo agradável. Porém, alguns convites envolvem elementos que trazem sobre nós algumas responsabilidades. Por exemplo, quando o convite exige um determinado tipo de vestimenta, ou um presente específico.
            Jesus aqui está exibindo sua graça ao, mesmo depois de tanta rejeição, fazer um convite a todos ali. Este convite feito àquelas pessoas também se estende a nós.
            3 elementos

I.             ENVOLVE UMA CONDIÇÃO
 
A.           “levantou-se Jesus e exclamou: Se alguém tem sede”
1.           Jesus toma aquele simbolismo de agradecimento pela provisão de Deus quanto a sede física, e a eleva para uma necessidade muito maior e mais importante, a sede espiritual.
2.           Porém, note que Jesus começa a sua declaração colocando uma condição. Essa condição é de que se reconheça a sede. Em outras palavras, Jesus estaria dizendo “Se alguém reconhece que possui uma sede que vai além da física”.
3.           Que sede é essa?
a)          Primeiro, a “sede” é o reconhecimento de que falta algo. A sede de água ocorre quando o corpo sente a falta de água. Alguém poderia também dizer que “aquele jogador está com sede de gol”, ou seja, ele deseja mais e mais gols, pois os que ele já fez não são suficientes.
b)          Então, Jesus está falando de uma sede de que?
(1)        “Joh 4:34  Disse-lhes Jesus: A minha comida consiste em fazer a vontade daquele que me enviou e realizar a sua obra.”
(2)        Sede de Deus, e de fazer o que lhe agrada.
c)          Portanto, para que alguém tenha sede de Deus é necessário primeiro que se reconheça que não se tem vivido para agradar a Deus. É necessário ARREPENDIMENTO.
B.          Ilustração
1.           Como Saber Se Eu Tenho Sede de Deus?
a)          Para Descrente – Será que eu reconheço que minha vida não agrada a Deus, e que eu preciso que Deus me perdoe e me salve dos meus pecados?
b)          Para Crentes – Será que eu sinto uma necessidade contínua de conhecer mais a Deus e à sua Vontade?
(1)        Ilustração: Fome x Vontade de Comer
(2)        Ilustração: Não sentir sede por beber muita coca-cola.

C.          Aplicação
1.           Tenha sede de Deus
a)          Sl 42:1,2  Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a minha alma. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando irei e me verei perante a face de Deus?

II.            ENVOLVE UMA DECISÃO

A.           “Venha a mim”
1.           Depois de declarar que seu convite é feito àqueles que reconhecem sua sede por Deus, Jesus agora faz um convite.
2.           Venha – modo imperativo, é uma ordem.
3.           Venha A MIM – Está bem enfático nas palavras de Jesus. A ideia é que você tem que tomar uma decisão de ir. Porém, você também precisa saber aonde ir, a Jesus.
4.           O que é “ir a Cristo”?
a)          Verso 38 “Quem crer em mim”
B.          Ilustração
1.           É possível sentir sede de Deus, mas errar na decisão de ir a Cristo.
2.           É possível que você reconhece a falta de Deus em sua vida, mas simplesmente decide não fazer nada em relação a isso.
3.           É possível que você reconheça a falta de Deus em sua vida, mas o busca-lo no lugar errado.
C.          Aplicação
1.           Busque a Cristo e apenas a Ele.

III.           ENVOLVE UMA SATISFAÇÃO

A.           “e beba”
1.           Jesus oferece a satisfação. Ele é a fonte de satisfação para aqueles que buscam a Deus e uma vida que agrada a Deus.
2.           Mas a pergunta é: Que tipo de “água” Jesus oferece?
B.          “Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva. Isto ele disse com respeito ao Espírito que haviam de receber os que nele cressem”
1.           Aquilo que Jesus dá de beber aos que creem nele é o Espírito Santo, pois é o Espírito Santo quem nos guia a viver uma vida de obediência a Deus.
a)          João 16:8 – É o Espírito quem nos convence do pecado.
b)          Atos 1:8 – É o Espírito quem nos capacita para testemunharmos de Cristo.
c)          Gálatas 5:22ss – É por causa do Espírito que somos capazes de fazer o que agrada a Deus.
2.           Por isso, se alguém precisa de Deus e de viver uma vida que agrada a Deus, é necessário receber o Espírito Santo. E este Espírito só é dado àqueles que creem no Senhor Jesus.
3.           EXPLICAR FINALZINHO DO VERSÌCULO

C.          Ilustração
1.           A Seca de Canindé
2.           Quem procura satisfação em Cristo, encontra satisfação espiritual, que é uma vida de obediência a Deus, de amor ao Senhor.
3.           Quem procura satisfação no mundo, procura satisfação material.
4.           Cristo nos promete satisfação espiritual. Se você é alguém realmente interessado em servir a Deus e ama-lo, Cristo é um “prato cheio”, uma “fonte inesgotável”.


D.          Aplicação
1.           De que fonte você tem bebido? O quem tem demandado mais do seu esforço e dedicação, uma vida de obediência a Deus ou uma vida tranquila, confortável?

Conclusão

            Jesus nos faz um convite: Porém, seu convite envolve três elementos: Uma Condição; Uma Decisão; e Uma Satisfação

Exposição de João 7:37-40





O capítulo começa com a expectativa dos irmãos de Jesus fazer sucesso, conquistar a muitos. Porém, Jesus deixa claro que cumpre a expectativa de Deus. Também, a expectativa popular não era nada boa. Vimos que Jesus era visto como alguém a ser questionado, ou mesmo rejeitado. Também, vimos que mediante o discurso de Jesus, mostrando suas credencias, aquelas pessoas reagiram de duas maneiras. O povão, ficou extremamente confuso por que preferiam crer em ideias humanas do que em Cristo. Já as autoridades ficaram furiosos e o rejeitaram
            Por isso, o que percebemos é que a expectativa dos irmãos de Jesus foi frustrada. Jesus não fez tanto sucesso assim em Jerusalém. Na maioria, Jesus foi, de fato, rejeitado, pois não satisfazia as expectativas populares.
            Agora, chegamos ao final da festa dos tabernáculos. O texto diz “No último dia, o grande dia da festa,”
            Mediante aquele evento, e mediante todos aqueles dias de rejeição, Jesus, conclui seu período com um convite.
         
            Receber um convite é algo agradável. Porém, alguns convites envolvem elementos que trazem sobre nós algumas responsabilidades. Por exemplo, quando o convite exige um determinado tipo de vestimenta, ou um presente específico.
            Jesus aqui está exibindo sua graça ao, mesmo depois de tanta rejeição, fazer um convite a todos ali. Este convite feito àquelas pessoas também se estende a nós.
            3 elementos

I.             ENVOLVE UMA CONDIÇÃO
 
A.           “levantou-se Jesus e exclamou: Se alguém tem sede”
1.           Jesus toma aquele simbolismo de agradecimento pela provisão de Deus quanto a sede física, e a eleva para uma necessidade muito maior e mais importante, a sede espiritual.
2.           Porém, note que Jesus começa a sua declaração colocando uma condição. Essa condição é de que se reconheça a sede. Em outras palavras, Jesus estaria dizendo “Se alguém reconhece que possui uma sede que vai além da física”.
3.           Que sede é essa?
a)          Primeiro, a “sede” é o reconhecimento de que falta algo. A sede de água ocorre quando o corpo sente a falta de água. Alguém poderia também dizer que “aquele jogador está com sede de gol”, ou seja, ele deseja mais e mais gols, pois os que ele já fez não são suficientes.
b)          Então, Jesus está falando de uma sede de que?
(1)        “Joh 4:34  Disse-lhes Jesus: A minha comida consiste em fazer a vontade daquele que me enviou e realizar a sua obra.”
(2)        Sede de Deus, e de fazer o que lhe agrada.
c)          Portanto, para que alguém tenha sede de Deus é necessário primeiro que se reconheça que não se tem vivido para agradar a Deus. É necessário ARREPENDIMENTO.
B.          Ilustração
1.           Como Saber Se Eu Tenho Sede de Deus?
a)          Para Descrente – Será que eu reconheço que minha vida não agrada a Deus, e que eu preciso que Deus me perdoe e me salve dos meus pecados?
b)          Para Crentes – Será que eu sinto uma necessidade contínua de conhecer mais a Deus e à sua Vontade?
(1)        Ilustração: Fome x Vontade de Comer
(2)        Ilustração: Não sentir sede por beber muita coca-cola.

C.          Aplicação
1.           Tenha sede de Deus
a)          Sl 42:1,2  Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a minha alma. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando irei e me verei perante a face de Deus?

II.            ENVOLVE UMA DECISÃO

A.           “Venha a mim”
1.           Depois de declarar que seu convite é feito àqueles que reconhecem sua sede por Deus, Jesus agora faz um convite.
2.           Venha – modo imperativo, é uma ordem.
3.           Venha A MIM – Está bem enfático nas palavras de Jesus. A ideia é que você tem que tomar uma decisão de ir. Porém, você também precisa saber aonde ir, a Jesus.
4.           O que é “ir a Cristo”?
a)          Verso 38 “Quem crer em mim”
B.          Ilustração
1.           É possível sentir sede de Deus, mas errar na decisão de ir a Cristo.
2.           É possível que você reconhece a falta de Deus em sua vida, mas simplesmente decide não fazer nada em relação a isso.
3.           É possível que você reconheça a falta de Deus em sua vida, mas o busca-lo no lugar errado.
C.          Aplicação
1.           Busque a Cristo e apenas a Ele.

III.           ENVOLVE UMA SATISFAÇÃO

A.           “e beba”
1.           Jesus oferece a satisfação. Ele é a fonte de satisfação para aqueles que buscam a Deus e uma vida que agrada a Deus.
2.           Mas a pergunta é: Que tipo de “água” Jesus oferece?
B.          “Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva. Isto ele disse com respeito ao Espírito que haviam de receber os que nele cressem”
1.           Aquilo que Jesus dá de beber aos que creem nele é o Espírito Santo, pois é o Espírito Santo quem nos guia a viver uma vida de obediência a Deus.
a)          João 16:8 – É o Espírito quem nos convence do pecado.
b)          Atos 1:8 – É o Espírito quem nos capacita para testemunharmos de Cristo.
c)          Gálatas 5:22ss – É por causa do Espírito que somos capazes de fazer o que agrada a Deus.
2.           Por isso, se alguém precisa de Deus e de viver uma vida que agrada a Deus, é necessário receber o Espírito Santo. E este Espírito só é dado àqueles que creem no Senhor Jesus.
3.           EXPLICAR FINALZINHO DO VERSÌCULO

C.          Ilustração
1.           A Seca de Canindé
2.           Quem procura satisfação em Cristo, encontra satisfação espiritual, que é uma vida de obediência a Deus, de amor ao Senhor.
3.           Quem procura satisfação no mundo, procura satisfação material.
4.           Cristo nos promete satisfação espiritual. Se você é alguém realmente interessado em servir a Deus e ama-lo, Cristo é um “prato cheio”, uma “fonte inesgotável”.


D.          Aplicação
1.           De que fonte você tem bebido? O quem tem demandado mais do seu esforço e dedicação, uma vida de obediência a Deus ou uma vida tranquila, confortável?

Conclusão

            Jesus nos faz um convite: Porém, seu convite envolve três elementos: Uma Condição; Uma Decisão; e Uma Satisfação


            Introdução

            O povo: tinha a expectativa de questionar a Jesus durante a festa.
            As autoridades: tinham a expectativa de rejeitar e prender a Jesus durante a festa.
            João mostra que diante das credencias de Jesus, o povo ficou confuso, e as autoridades ficaram irritadas.
            Jesus então faz um convite a todos.
            Então, João descreve como foi a reação a esse convite, mais uma vez entre o povo, e depois entre as autoridades. Veremos o primeiro hoje.
            Ler João 7:40-43.

            (Copa do mundo) Possíveis resultados de cobrança de pênalti. Quando vai na trave ou o goleiro defende, é porque errou-se por pouco. Quando é gol, se acertou. Quando vai para fora, se errou feio.
            Assim também em relação a Cristo.
            Vamos ver três grupos distintos que reagiram de maneira distintas ao convite de Cristo.

I.             OS CONVENCIDOS

A.           “Este é verdadeiramente o profeta;”
1.           Deuteronômio 18:15 -  “O SENHOR, teu Deus, te suscitará um profeta do meio de ti, de teus irmãos, semelhante a mim; a ele ouvirás”
2.           João 6:14
3.           Havia uma compreensão comum de que “o profeta” seria alguém diferente do Messias. Então, eles criam que Jesus era este profeta, mas ainda não criam que Jesus era o Messias.
4.           Estes eram aqueles que se convenceram que Jesus era alguém bom, mas não se convenceram de tudo o que Jesus de fato era.

B.          Ilustração
1.           Há pessoas que acertam na decisão de seguir a Jesus, mas erram em sua compreensão de quem é Jesus.
a)          “Jesus como um filantropo, um bom exemplo”; “Jesus um cara bonzinho, que está pronto para solucionar meus problemas”

C.          Aplicação
1.           Conheça a Jesus, para que você não caia no erro de estar seguindo o Jesus “errado”.



II.            OS CONVERTIDOS

A.           “Ele é o Cristo”
1.           Esta afirmação reflete uma confissão.
2.           Em João 7:13, havia medo, mas agora eles estavam convictos e anunciando publicamente.

B.          Aplicação
1.           Você seria capaz de confessar publicamente quem é o Jesus em quem você crê?
2.           Você possui a coragem de confessar publicamente que você crê em Jesus?


III.           OS CONTRÁRIOS

A.           “Porventura, o Cristo virá da Galiléia? Não diz a Escritura que o Cristo vem da descendência de Davi e da aldeia de Belém, donde era Davi?”
1.           Todas estas perguntas são retóricas. A primeira exige um não, a segunda exige um sim.
2.           João quer exibir aqui o motivo deles serem contrários, eles não conheciam quem de fato era Jesus. Jesus apenas cresceu na Galiléia, mas ele nasceu em Belém, na Judéia. Jesus era descendente de Davi, tanto por parte de José quanto de Maria.
3.           O motivo pelo qual eles se recusavam a crer em Jesus é que eles não haviam conhecido ainda quem de fato era Jesus.

B.          Ilustração
1.           Pessoas que se negam a crer em Cristo, geralmente fazem isso por não conhece-lo.
2.           É impossível conhecer quem é Jesus e rejeita-lo.

C.          Aplicação
1.           Se você ainda não é um crente, desafie-se: conheça quem é Jesus de Nazaré.

Conclusão
“Assim, houve uma dissensão entre o povo por causa dele;


Jesus causa uma separação neste mundo. Em que grupo você se encontra? Não espere até a separação final.

Exposição de João 7:40-43


            Introdução

            O povo: tinha a expectativa de questionar a Jesus durante a festa.
            As autoridades: tinham a expectativa de rejeitar e prender a Jesus durante a festa.
            João mostra que diante das credencias de Jesus, o povo ficou confuso, e as autoridades ficaram irritadas.
            Jesus então faz um convite a todos.
            Então, João descreve como foi a reação a esse convite, mais uma vez entre o povo, e depois entre as autoridades. Veremos o primeiro hoje.
            Ler João 7:40-43.

            (Copa do mundo) Possíveis resultados de cobrança de pênalti. Quando vai na trave ou o goleiro defende, é porque errou-se por pouco. Quando é gol, se acertou. Quando vai para fora, se errou feio.
            Assim também em relação a Cristo.
            Vamos ver três grupos distintos que reagiram de maneira distintas ao convite de Cristo.

I.             OS CONVENCIDOS

A.           “Este é verdadeiramente o profeta;”
1.           Deuteronômio 18:15 -  “O SENHOR, teu Deus, te suscitará um profeta do meio de ti, de teus irmãos, semelhante a mim; a ele ouvirás”
2.           João 6:14
3.           Havia uma compreensão comum de que “o profeta” seria alguém diferente do Messias. Então, eles criam que Jesus era este profeta, mas ainda não criam que Jesus era o Messias.
4.           Estes eram aqueles que se convenceram que Jesus era alguém bom, mas não se convenceram de tudo o que Jesus de fato era.

B.          Ilustração
1.           Há pessoas que acertam na decisão de seguir a Jesus, mas erram em sua compreensão de quem é Jesus.
a)          “Jesus como um filantropo, um bom exemplo”; “Jesus um cara bonzinho, que está pronto para solucionar meus problemas”

C.          Aplicação
1.           Conheça a Jesus, para que você não caia no erro de estar seguindo o Jesus “errado”.



II.            OS CONVERTIDOS

A.           “Ele é o Cristo”
1.           Esta afirmação reflete uma confissão.
2.           Em João 7:13, havia medo, mas agora eles estavam convictos e anunciando publicamente.

B.          Aplicação
1.           Você seria capaz de confessar publicamente quem é o Jesus em quem você crê?
2.           Você possui a coragem de confessar publicamente que você crê em Jesus?


III.           OS CONTRÁRIOS

A.           “Porventura, o Cristo virá da Galiléia? Não diz a Escritura que o Cristo vem da descendência de Davi e da aldeia de Belém, donde era Davi?”
1.           Todas estas perguntas são retóricas. A primeira exige um não, a segunda exige um sim.
2.           João quer exibir aqui o motivo deles serem contrários, eles não conheciam quem de fato era Jesus. Jesus apenas cresceu na Galiléia, mas ele nasceu em Belém, na Judéia. Jesus era descendente de Davi, tanto por parte de José quanto de Maria.
3.           O motivo pelo qual eles se recusavam a crer em Jesus é que eles não haviam conhecido ainda quem de fato era Jesus.

B.          Ilustração
1.           Pessoas que se negam a crer em Cristo, geralmente fazem isso por não conhece-lo.
2.           É impossível conhecer quem é Jesus e rejeita-lo.

C.          Aplicação
1.           Se você ainda não é um crente, desafie-se: conheça quem é Jesus de Nazaré.

Conclusão
“Assim, houve uma dissensão entre o povo por causa dele;


Jesus causa uma separação neste mundo. Em que grupo você se encontra? Não espere até a separação final.
                    
  Embora quando se fale em “Últimos Tempos” nos vem imediatamente a ideia de “fim do mundo”, a Bíblia aborda a questão do futuro dos homens em dois assuntos específicos: Primeiro, o que é chamado de “escatologia” (do grego - ‘estudo das ultimas coisas’) individual, que trata da futuro de cada indivíduo; Segundo, a escatologia cósmica, que trata do futuro de humanidade como um todo.
Sendo o segundo assunto mais complexo, daremos mais atenção a ele. Porém, vamos estudar o que diz a Bíblia em ambas as questões.

A Escatologia Individual
            Quanto a este assunto, basta-nos reproduzir o ensino expresso em nossa confissão, que diz:
“Todos os homens, segundo as Escrituras, estão destinados à morte (1 Cor 15:22). Depois da morte, o homem permanece em estado cônscio, ou na presença de Cristo, ou em tormentos no inferno (Lc 16:19-31). Estes, aguardam a ressurreição futura, onde os primeiros irão para o gozo eterno, e os segundos para o tormento eterno (Jo 5:28,29).” (pag 12)

A Escatologia Cósmica
Assuntos Preliminares
 Antes de entrar em detalhes, precisamos tratar de alguns assuntos que nos dão um pano de fundo.
A Igreja e Israel
 A forma como entendemos os últimos tempos depende muito em como vemos a Igreja e Israel. A Bíblia ensina que, mesmo havendo certa continuidade entre as duas entidades, a Igreja de Cristo é distinta da nação de Israel (I Coríntios 10:32, Romanos 10:1).
Isso é importante sabermos, pois devemos entender que Deus fez algumas promessas ao povo de Israel no Antigo Testamento, como uma terra e um reino, que ainda não foi cumprido. Isso se cumprirá, porém, no futuro (Atos 1:6)
As Alianças
 Deus fez três alianças incondicionais com o Seu povo: a aliança abraâmica (Gênesis 12:1-3), a aliança davídica (II Samuel 7:12-16), e a nova aliança (Jeremias 31:31-34). Estas alianças, embora estejam se cumprindo em parte na igreja, contêm promessas que ainda não foram cumpridas, o que nos leva a crer que existe ainda um futuro para Israel como uma nação. 

Os Eventos
 Tendo estes dois assuntos preliminares em mente, agora partiremos para os eventos maiores dos últimos tempos, vistos à luz das escrituras.
O Arrebatamento
 Cremos que o próximo evento que está no calendário de Deus é a volta de Cristo para buscar a Igreja.  Os mortos em Cristo serão ressuscitados primeiro, e depois os que estejam vivos irão encontrar-se com Ele nos ares (I Tessalonicenses 4:13, 18).
O Julgamento da Igreja
 Depois que Cristo chamar os crentes para si, haverá um julgamento, onde os crentes serão recompensados segundo sua fidelidade (II Coríntios 5:10).  A Bíblia usa a analogia da premiação depois de um evento atlético (I Coríntios 9:24-27). 
A Grande Tribulação
 Enquanto isso, na terra, a humanidade entrará num período de sete anos de imensa tribulação.  O anti-cristo aparecerá (II Tessalonicenses 2:6-7), e Deus derramará a sua ira na terra (Apocalipse 6:17).  Deus usará deste tempo para preparar o seu povo Israel para o cumprimento das promessas feitas a ela (Jeremias 30:7, Romanos 11:25-26).

A Vinda de Cristo e O Milênio
 No final da tribulação, Cristo descerá no Monte das Oliverias (Zacarias 14:4) e reinará em Jerusalém (Zacarias 14:10) durante mil anos (Apocalipse 20:6).  Seu reino será de justiça (Isaías 11:4-5), paz (Isaías 19:23-25), prosperidade (Isaías 35:1-7), e conhecimento (Isaías 11:9). 
 Porem, com tudo isso, haverá rebelião no final, onde Satanás será finalmente julgado (Apocalipse 20:7-9). 
O Grande Trono Branco
 Depois do milénio, Deus julgará a todos os incrédulos, mortos e vivos (Apocalipse 20:11-15), e os lançará junto com Satanás e seus anjos no Lago de Fogo (Apocalipse 21:8). 
A Nova Criação
 Os salvos, porem, irão morar com Ele para sempre na nova criação (Apocalipse 21-22).

Desta forma rejeitamos
A crença no purgatório, a crença na reencarnação, ou qualquer outra que postule uma “segunda chance” após a morte.
A crença no “sono da alma”, que afirma um estado inconsciente da alma após a morte.

O ensino do aniquilacionismo, que afirma que não haverá um sofrimento consciente no inferno, mas uma aniquilação de existência.

O QUE CREMOS SOBRE OS ÚLTIMOS TEMPOS

                    
  Embora quando se fale em “Últimos Tempos” nos vem imediatamente a ideia de “fim do mundo”, a Bíblia aborda a questão do futuro dos homens em dois assuntos específicos: Primeiro, o que é chamado de “escatologia” (do grego - ‘estudo das ultimas coisas’) individual, que trata da futuro de cada indivíduo; Segundo, a escatologia cósmica, que trata do futuro de humanidade como um todo.
Sendo o segundo assunto mais complexo, daremos mais atenção a ele. Porém, vamos estudar o que diz a Bíblia em ambas as questões.

A Escatologia Individual
            Quanto a este assunto, basta-nos reproduzir o ensino expresso em nossa confissão, que diz:
“Todos os homens, segundo as Escrituras, estão destinados à morte (1 Cor 15:22). Depois da morte, o homem permanece em estado cônscio, ou na presença de Cristo, ou em tormentos no inferno (Lc 16:19-31). Estes, aguardam a ressurreição futura, onde os primeiros irão para o gozo eterno, e os segundos para o tormento eterno (Jo 5:28,29).” (pag 12)

A Escatologia Cósmica
Assuntos Preliminares
 Antes de entrar em detalhes, precisamos tratar de alguns assuntos que nos dão um pano de fundo.
A Igreja e Israel
 A forma como entendemos os últimos tempos depende muito em como vemos a Igreja e Israel. A Bíblia ensina que, mesmo havendo certa continuidade entre as duas entidades, a Igreja de Cristo é distinta da nação de Israel (I Coríntios 10:32, Romanos 10:1).
Isso é importante sabermos, pois devemos entender que Deus fez algumas promessas ao povo de Israel no Antigo Testamento, como uma terra e um reino, que ainda não foi cumprido. Isso se cumprirá, porém, no futuro (Atos 1:6)
As Alianças
 Deus fez três alianças incondicionais com o Seu povo: a aliança abraâmica (Gênesis 12:1-3), a aliança davídica (II Samuel 7:12-16), e a nova aliança (Jeremias 31:31-34). Estas alianças, embora estejam se cumprindo em parte na igreja, contêm promessas que ainda não foram cumpridas, o que nos leva a crer que existe ainda um futuro para Israel como uma nação. 

Os Eventos
 Tendo estes dois assuntos preliminares em mente, agora partiremos para os eventos maiores dos últimos tempos, vistos à luz das escrituras.
O Arrebatamento
 Cremos que o próximo evento que está no calendário de Deus é a volta de Cristo para buscar a Igreja.  Os mortos em Cristo serão ressuscitados primeiro, e depois os que estejam vivos irão encontrar-se com Ele nos ares (I Tessalonicenses 4:13, 18).
O Julgamento da Igreja
 Depois que Cristo chamar os crentes para si, haverá um julgamento, onde os crentes serão recompensados segundo sua fidelidade (II Coríntios 5:10).  A Bíblia usa a analogia da premiação depois de um evento atlético (I Coríntios 9:24-27). 
A Grande Tribulação
 Enquanto isso, na terra, a humanidade entrará num período de sete anos de imensa tribulação.  O anti-cristo aparecerá (II Tessalonicenses 2:6-7), e Deus derramará a sua ira na terra (Apocalipse 6:17).  Deus usará deste tempo para preparar o seu povo Israel para o cumprimento das promessas feitas a ela (Jeremias 30:7, Romanos 11:25-26).

A Vinda de Cristo e O Milênio
 No final da tribulação, Cristo descerá no Monte das Oliverias (Zacarias 14:4) e reinará em Jerusalém (Zacarias 14:10) durante mil anos (Apocalipse 20:6).  Seu reino será de justiça (Isaías 11:4-5), paz (Isaías 19:23-25), prosperidade (Isaías 35:1-7), e conhecimento (Isaías 11:9). 
 Porem, com tudo isso, haverá rebelião no final, onde Satanás será finalmente julgado (Apocalipse 20:7-9). 
O Grande Trono Branco
 Depois do milénio, Deus julgará a todos os incrédulos, mortos e vivos (Apocalipse 20:11-15), e os lançará junto com Satanás e seus anjos no Lago de Fogo (Apocalipse 21:8). 
A Nova Criação
 Os salvos, porem, irão morar com Ele para sempre na nova criação (Apocalipse 21-22).

Desta forma rejeitamos
A crença no purgatório, a crença na reencarnação, ou qualquer outra que postule uma “segunda chance” após a morte.
A crença no “sono da alma”, que afirma um estado inconsciente da alma após a morte.

O ensino do aniquilacionismo, que afirma que não haverá um sofrimento consciente no inferno, mas uma aniquilação de existência.

“Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou”. (Romanos 8:37)

            O triunfalismo, a ideia de que o crente deve ser vitorioso em todas as áreas de sua vida, é uma das principais marcas da grande maioria das igrejas evangélicas no Brasil. Isso pode ser visto, por exemplo, nos chamados “culto da vitória”, que muitas igrejas possuem. Ou mesmo nas músicas de vários cantores e cantoras, focadas em motivar aos crentes a serem vitoriosos sobre qualquer inimigo e qualquer adversidade.
            Não tenho dúvidas, contudo, que o principal texto usado para defender a ideia triunfalista é Romanos 8:37, pois, nele, São Paulo diz com muita clareza “Em TUDO somos mais que vencedores”. A maneira triunfalista de entender esse texto é mais ou menos assim: Se somos mais do que vencedores em todas as coisas, então devo declarar a minha vitória sobre qualquer dificuldade, seja doença, seja crise conjugal, seja desemprego, e Cristo me restituirá em dobro o que eu perdi. A ideia, portanto, baseada nesse texto, é que a vitória sobre o desemprego é um emprego melhor; a vitória sobre a doença, é a cura; a vitória sobre uma crise financeira é a prosperidade. O que o crente precisa, assim, se já é mais que vencedor sobre todas essas coisas, é simplesmente declarar a sua vitória, pois como diz uma das músicas triunfalistas “posso enfrentar o que for, eu sei quem luta por mim”. Só que não... não é isso que o texto quer dizer.
            O segredo para se entender bem este texto é analisar no contexto a resposta para duas questões: 1) Quais são “todas estas coisas”?; e 2) O que é ser mais que vencedor sobre estas coisas?. Vamos à primeira.
            Uma análise do contexto mais amplo nos revela que o apóstolo Paulo deseja demonstrar os privilégios de pertencer a Cristo a despeito dos sofrimentos da era presente. É isso que ele diz em Romanos 8:18: 

“Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós”

            Ou seja, um dos privilégios de pertencer a Cristo é ter uma viva esperança de um futuro glorioso. É por isso que Paulo diz que “na esperança, fomos salvos.” (Rom 8:24). Também, é por isso que ele diz: “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito” (Rom 8:28). Já vimos em outro lugar que este propósito de Deus é, no futuro, nos tornar à imagem de Cristo, sendo isto (ser à imagem de Cristo) a nossa glória futura.
            Diante de tamanha promessa, a qual conclusão chegamos? A de que Deus é por nós (v. 31). Temos um Deus que, juntamente com Cristo, nos deu privilégios maravilhosos (v.32), como a eleição, a justificação (v.33), a interseção de Cristo em nosso favor (v.34) e a união inviolável com o amor de Cristo (v.35). E é exatamente neste último privilégio que o apóstolo Paulo alista uma série de dificuldades que todo crente pode passar, especialmente aqueles que, como Paulo, enfrentam oposição. Ele alista “tribulação, angústia, perseguição, fome, nudez, perigo, espada”.
            Isto significa, então, que o crente é um derrotado? Isto significa que deve-se considerar uma perda seguir a Cristo, visto que o grande resultado é futuro, e no presente há tanto sofrimento? A resposta de Paulo é que não, pois em “todas estas coisas”, ou seja, “nos sofrimentos da era presente”, e mais especificamente “tribulação, angústia, perseguição, fome, nudez, perigo, espada”, somos mais que vencedores. Portanto, já temos a resposta à nossa primeira pergunta “Quais são ‘todas estas coisas?’”: São os sofrimentos do tempo presente, especialmente os decorrentes do serviço a Cristo, alistados no versículo 35 de Romanos 8.
            E o que é ser mais que vencedor sobre todas estas coisas? A resposta, agora que analisamos o contexto, ficou mais fácil. Mas antes, já podemos descartar qualquer sentido “materialista” para esta vitória. Definitivamente, para Paulo, a vitória da tribulação, por exemplo, não é uma casa de praia, com uma rede balançando sob a brisa do mar, e um cheirinho bom de churrasco assando na beira da piscina.  A vitória não é a satisfação da ganância, ou de qualquer outra expectativa centrada no ego humano. A vitória é “por meio daquele que nos amou”, como diz o restante do texto, e não tem nenhuma relação com tais interesses mesquinhos. Isto seria ser apenas “vencedor”. Mas Paulo faz questão de dizer que, em Cristo, somos “MAIS que vencedores”.
            À luz do contexto, o que vemos é que nenhum destes sofrimentos é capaz de nos separar do amor de Cristo (vs 38,39). Sendo assim, nada retira dos filhos de Deus os privilégios oriundos do amor de Cristo por nós, como a nossa eleição, nossa justificação e a nossa esperança de um futuro glorioso com Deus. Embora saudável ou doente, empregado ou desempregado, rico ou pobre, vivo ou morto, nada nos separa das grandiosas bênçãos amorosas oriundas da nossa união com Cristo, e nisso está a nossa vitória! Eis, portanto, a nossa vitória: nada nos separa do amor de Cristo!
            Pondo em termos práticos, o que um pastor deveria dizer a um irmão que está lutando contra o câncer? Se ele entender errado o texto de Romanos 8:37, ele diria: “Irmão, em Cristo somos mais que vencedores. Venha aqui que eu vou declarar a sua vitória sobre esta doença, e Deus vai te dar a cura neste dia!”. Porém, se ele entende tal texto em seu contexto, ele falaria: “Irmão, em Cristo somos mais que vencedores. Saiba que nosso desejo e oração é sua cura, porém louvamos a Deus que esta doença não pode te separar do amor de Cristo e, assim, podemos ter a confiança que seu futuro é glorioso, apesar deste seu sofrimento!”.

            Em resumo, o crente é mais que vencedor sobre qualquer dificuldade de sua vida? Sim. Mas sua vitória consiste em estar unido a Cristo e ter a convicção de seu amor e de um futuro glorioso, apesar dos sofrimentos presentes. É isto que Romanos 8:37, em seu contexto, significa. 

Texto fora de contexto... Romanos 8:37


“Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou”. (Romanos 8:37)

            O triunfalismo, a ideia de que o crente deve ser vitorioso em todas as áreas de sua vida, é uma das principais marcas da grande maioria das igrejas evangélicas no Brasil. Isso pode ser visto, por exemplo, nos chamados “culto da vitória”, que muitas igrejas possuem. Ou mesmo nas músicas de vários cantores e cantoras, focadas em motivar aos crentes a serem vitoriosos sobre qualquer inimigo e qualquer adversidade.
            Não tenho dúvidas, contudo, que o principal texto usado para defender a ideia triunfalista é Romanos 8:37, pois, nele, São Paulo diz com muita clareza “Em TUDO somos mais que vencedores”. A maneira triunfalista de entender esse texto é mais ou menos assim: Se somos mais do que vencedores em todas as coisas, então devo declarar a minha vitória sobre qualquer dificuldade, seja doença, seja crise conjugal, seja desemprego, e Cristo me restituirá em dobro o que eu perdi. A ideia, portanto, baseada nesse texto, é que a vitória sobre o desemprego é um emprego melhor; a vitória sobre a doença, é a cura; a vitória sobre uma crise financeira é a prosperidade. O que o crente precisa, assim, se já é mais que vencedor sobre todas essas coisas, é simplesmente declarar a sua vitória, pois como diz uma das músicas triunfalistas “posso enfrentar o que for, eu sei quem luta por mim”. Só que não... não é isso que o texto quer dizer.
            O segredo para se entender bem este texto é analisar no contexto a resposta para duas questões: 1) Quais são “todas estas coisas”?; e 2) O que é ser mais que vencedor sobre estas coisas?. Vamos à primeira.
            Uma análise do contexto mais amplo nos revela que o apóstolo Paulo deseja demonstrar os privilégios de pertencer a Cristo a despeito dos sofrimentos da era presente. É isso que ele diz em Romanos 8:18: 

“Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós”

            Ou seja, um dos privilégios de pertencer a Cristo é ter uma viva esperança de um futuro glorioso. É por isso que Paulo diz que “na esperança, fomos salvos.” (Rom 8:24). Também, é por isso que ele diz: “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito” (Rom 8:28). Já vimos em outro lugar que este propósito de Deus é, no futuro, nos tornar à imagem de Cristo, sendo isto (ser à imagem de Cristo) a nossa glória futura.
            Diante de tamanha promessa, a qual conclusão chegamos? A de que Deus é por nós (v. 31). Temos um Deus que, juntamente com Cristo, nos deu privilégios maravilhosos (v.32), como a eleição, a justificação (v.33), a interseção de Cristo em nosso favor (v.34) e a união inviolável com o amor de Cristo (v.35). E é exatamente neste último privilégio que o apóstolo Paulo alista uma série de dificuldades que todo crente pode passar, especialmente aqueles que, como Paulo, enfrentam oposição. Ele alista “tribulação, angústia, perseguição, fome, nudez, perigo, espada”.
            Isto significa, então, que o crente é um derrotado? Isto significa que deve-se considerar uma perda seguir a Cristo, visto que o grande resultado é futuro, e no presente há tanto sofrimento? A resposta de Paulo é que não, pois em “todas estas coisas”, ou seja, “nos sofrimentos da era presente”, e mais especificamente “tribulação, angústia, perseguição, fome, nudez, perigo, espada”, somos mais que vencedores. Portanto, já temos a resposta à nossa primeira pergunta “Quais são ‘todas estas coisas?’”: São os sofrimentos do tempo presente, especialmente os decorrentes do serviço a Cristo, alistados no versículo 35 de Romanos 8.
            E o que é ser mais que vencedor sobre todas estas coisas? A resposta, agora que analisamos o contexto, ficou mais fácil. Mas antes, já podemos descartar qualquer sentido “materialista” para esta vitória. Definitivamente, para Paulo, a vitória da tribulação, por exemplo, não é uma casa de praia, com uma rede balançando sob a brisa do mar, e um cheirinho bom de churrasco assando na beira da piscina.  A vitória não é a satisfação da ganância, ou de qualquer outra expectativa centrada no ego humano. A vitória é “por meio daquele que nos amou”, como diz o restante do texto, e não tem nenhuma relação com tais interesses mesquinhos. Isto seria ser apenas “vencedor”. Mas Paulo faz questão de dizer que, em Cristo, somos “MAIS que vencedores”.
            À luz do contexto, o que vemos é que nenhum destes sofrimentos é capaz de nos separar do amor de Cristo (vs 38,39). Sendo assim, nada retira dos filhos de Deus os privilégios oriundos do amor de Cristo por nós, como a nossa eleição, nossa justificação e a nossa esperança de um futuro glorioso com Deus. Embora saudável ou doente, empregado ou desempregado, rico ou pobre, vivo ou morto, nada nos separa das grandiosas bênçãos amorosas oriundas da nossa união com Cristo, e nisso está a nossa vitória! Eis, portanto, a nossa vitória: nada nos separa do amor de Cristo!
            Pondo em termos práticos, o que um pastor deveria dizer a um irmão que está lutando contra o câncer? Se ele entender errado o texto de Romanos 8:37, ele diria: “Irmão, em Cristo somos mais que vencedores. Venha aqui que eu vou declarar a sua vitória sobre esta doença, e Deus vai te dar a cura neste dia!”. Porém, se ele entende tal texto em seu contexto, ele falaria: “Irmão, em Cristo somos mais que vencedores. Saiba que nosso desejo e oração é sua cura, porém louvamos a Deus que esta doença não pode te separar do amor de Cristo e, assim, podemos ter a confiança que seu futuro é glorioso, apesar deste seu sofrimento!”.

            Em resumo, o crente é mais que vencedor sobre qualquer dificuldade de sua vida? Sim. Mas sua vitória consiste em estar unido a Cristo e ter a convicção de seu amor e de um futuro glorioso, apesar dos sofrimentos presentes. É isto que Romanos 8:37, em seu contexto, significa. 


          Antes de entender o que a Bíblia ensina sobre amizade com descrentes, é importante que, primeiramente, definamos os termos. Na Bíblia, existe uma diferença entre palavras traduzidas por “amigo”. Uma delas, significa um simples “colega, companheiro”. Foi assim que Jesus chamou a Judas, quando este veio para o entregar (Mt 26:50). Outra palavra traduzida como “amigo” envolve um pouco mais de afetividade, pois sua raiz é a palavrinha filo, que significa “amante de”. Diríamos que ela seria algo como um “amigo querido”. Era assim que Jesus via os outros 11 apóstolos (Jo 11:15). É esse tipo de amizade que somos chamados a ter com nossos irmãos em Cristo (1Pe 3:8). Sendo assim, podemos dizer que, biblicamente, há dois níveis de amizade: um simples coleguismo ou companheirismo, e uma amizade fraterna, que envolva certa dose de comunhão.
         É óbvio que a Bíblia não condena este primeiro tipo de amizade. Isso é visto no exemplo de Jesus. Ele andou com Judas. Comeu com ele. Teve comunhão. Porém, o próprio Jesus o considerou um simples companheiro, ou seja, andavam juntos por terem uma atividade em comum. Eu diria, então, ser esse o tipo de amizade que mantemos em nossos trabalhos e atividades do dia a dia. Temos colegas de trabalho, de escola, de faculdade que conversamos e temos comunhão, porém no nível do companheirismo, por termos uma certa atividade que nos une. Portanto, digamos assim, ter colegas descrentes não é pecado.
       A questão maior existe no outro nível de amizade, aquela onde não é uma atividade em comum que une, mas laços afetivos. São aquelas amizades que existem por gostos em comum, onde os amigos têm prazer nas conversas e na comunhão um com o outro. São amizades que mantemos por decisão pessoal. Será que é, então, pecado ter amigos assim que sejam descrentes?
       Bem, a resposta a essa questão deve ser cuidadosamente dada, e exige uma certa dose de maturidade e equilíbrio do leitor. Isto porque ela é daquelas respostas do tipo “não, porque nem sempre”. Ou seja, não é pecado ter amigos descrentes, mas este tipo de amizade requer certos cuidados. Vamos entender isto.
     Primeiro, é claro na Bíblia que não é pecado, em si, ter amigos fraternos que não são crentes. Jesus teve amigos assim! Em Mateus 11:19, Jesus é criticado por seus opositores por ter amigos “publicanos e pecadores”. Jesus sentava com eles para comer, conversar e ter comunhão. Se Jesus tinha tal tipo de amizade, então é porque isto não é errado.
     Não obstante, embora a regra “se Jesus fez então não é pecado” se aplique aqui, uma ressalva precisa ser feita: Jesus não corria os riscos de uma amizade com incrédulos. De fato, sabemos que Jesus mantinha amigos incrédulos com o firme propósito de influenciá-los para o bem, de ensiná-los acerca do arrependimento e do evangelho. Além disso, Jesus certamente mantinha-se descontaminado de qualquer influencia pecaminosa que tal amizade poderia proporcioná-lo. Dito isso, penso que estes são os dois parâmetros a serem seguidos sempre que quisermos manter uma amizade com um descrente: 1) Esta amizade servirá para influência positiva em favor do evangelho; e 2) Esta amizade não me influenciará negativamente em favor do pecado.
       O seguinte texto nos dá base para o primeiro parâmetro:
“Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte; nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos os que se encontram na casa. Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus.” (Mateus 5:14-16)

      Enquanto estamos no mundo, não devemos nos esconder daqueles que precisam de luz. Pelo contrário, precisamos sempre procurar meios de fazer nossa luz brilhar diante dos homens e, assim, influenciá-los positivamente para que glorifiquem a Deus. Eu, particularmente, não vejo melhor ambiente para uma boa influencia do que uma amizade.
       Porém, no texto anterior a este que mencionei, diz o seguinte:
“Vós sois o sal da terra; ora, se o sal vier a ser insípido, como lhe restaurar o sabor? Para nada mais presta senão para, lançado fora, ser pisado pelos homens.” (Mateus 5:13)

       Este texto fala do perigo de deixarmos de ser uma boa influencia para os incrédulos. Uma amizade, portanto, onde nossa influencia não é positiva, mas neutra ou negativa, é uma amizade inútil e prejudicial. Uma frase que minha mãe sempre dizia era “Se você não é boa influência para os seus amigos, então você é uma má influencia para eles”. O que ela queria dizer é que se eu não dou um testemunho cristão para incentivar meus amigos a crerem em Cristo, então minha amizade é prejudicial a eles.
     Quanto ao segundo parâmetro, os seguintes textos nos deixam claro que qualquer amizade que nos influencia ao pecado é pecaminosa.
“Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.” (Salmo 1. 1).
“Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes.” (1Coríntios 15:33)
“Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus.” (Tiago 4:4)

      Penso que tais versículos nos deixam claros os limites e os riscos do relacionamento fraternos com incrédulos. Em amizades assim, certamente ocorrem emissão de conselhos equivocados, assuntos pecaminosos em conversas, práticas contrárias aos bons costumes e à Palavra de Deus, e etc. Por isso, é necessário muito cuidado para não se deixar influenciar negativamente por qualquer coisa que desagrade a Deus dentro de uma amizade.
       Contudo, é pecado ter amigos descrentes? A resposta é não, não é pecado, desde que esta amizade sirva para testemunhar a Cristo e não seja uma fonte de influência pecaminosa às nossas vidas. Baseado nisso, para encerrar, gostaria de deixar alguns conselhos:


1) Embora você possa ter alguma amizade com um incrédulo, dê preferência às amizades com cristãos. A comunhão com nossos irmãos em Cristo é uma ferramente poderosíssima de Deus para trabalhar a nossa vida espiritual. Por isso, é altamente recomendável que a maioria de nossas amizades seja com outros crentes.
2) Saiba que a amizade com um descrente deve conter limitações. Por exemplo, não é bom ter como “amigo de conselhos” alguém que não está sujeito à Palavra de Deus. Ou então, é preciso cuidado ao querer frequentar determinados ambientes com amigos descrentes, os quais você sabe que não se comportarão de maneira adequada à Palavra de Deus. Ou seja, estabeleça os limites necessários para que você possa manter seu bom testemunho e não receba uma má influência.
3) Se você é uma pessoa que já possui certa maturidade cristã e firmeza na Palavra, então estimule-se a desenvolver amizades com descrentes com o propósito de testemunhar de Cristo a eles. Não estou dizendo, porém, que você deve usar as pessoas, dando-lhes uma falsa amizade com segundas intenções. Mas, sempre que vier à tona uma certa afinidade com um descrente, procure desenvolver e estreitar tal laço, para que ele possa ter uma fonte de luz em sua vida. Coisas como chamar em sua casa para conversar sobre o assunto, ou marcar uma refeição em algum lugar, ou mesmo marcar uma partida de futebol são algumas possíveis atitudes que podem proporcionar ao amigo incrédulo momentos de exposição a um testemunho cristão.
4) Avalie o que te atrai a uma amizade com um incrédulo. Temos nossos motivos para nos aproximar das pessoas. Gostos em comum, hábitos em comum, pensamentos em comum, dentre outros. Porém, se aquilo que nos atrai a um descrente for um gosto, hábito, pensamento ou qualquer coisa que não agrada a Deus, então esta amizade se constitue em inimizade contra Deus (Tg 4:4).


       Se você sentiu-se edificado com o texto acima e, agora, está curioso sobre o que a Bíblia diz sobre algum outro tema, deixe seu comentário que tentarei responde-lo. Na próxima semana, veremos “O que a Bíblia diz sobre... jogar videogame”.

PS: Um texto muito usado para combater relacionamentos afetivos com incrédulos, como amizade ou namoro, é o de 2 Coríntios 6:14 que diz “Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas?”. Porém, o contexto deixa claro que este “jugo desigual” é no nível eclesiástico, ou seja, a igreja não pode associar-se com qualquer um que não serve a Cristo. Por exemplo, se uma igreja convidasse o Padre Quevedo para pregar estaria desobedecendo o texto acima. Por isso, tal texto não se aplica a relacionamentos pessoais, mas às relações eclesiásticas.



O que a Bíblia diz sobre...Ter amigos descrentes?



          Antes de entender o que a Bíblia ensina sobre amizade com descrentes, é importante que, primeiramente, definamos os termos. Na Bíblia, existe uma diferença entre palavras traduzidas por “amigo”. Uma delas, significa um simples “colega, companheiro”. Foi assim que Jesus chamou a Judas, quando este veio para o entregar (Mt 26:50). Outra palavra traduzida como “amigo” envolve um pouco mais de afetividade, pois sua raiz é a palavrinha filo, que significa “amante de”. Diríamos que ela seria algo como um “amigo querido”. Era assim que Jesus via os outros 11 apóstolos (Jo 11:15). É esse tipo de amizade que somos chamados a ter com nossos irmãos em Cristo (1Pe 3:8). Sendo assim, podemos dizer que, biblicamente, há dois níveis de amizade: um simples coleguismo ou companheirismo, e uma amizade fraterna, que envolva certa dose de comunhão.
         É óbvio que a Bíblia não condena este primeiro tipo de amizade. Isso é visto no exemplo de Jesus. Ele andou com Judas. Comeu com ele. Teve comunhão. Porém, o próprio Jesus o considerou um simples companheiro, ou seja, andavam juntos por terem uma atividade em comum. Eu diria, então, ser esse o tipo de amizade que mantemos em nossos trabalhos e atividades do dia a dia. Temos colegas de trabalho, de escola, de faculdade que conversamos e temos comunhão, porém no nível do companheirismo, por termos uma certa atividade que nos une. Portanto, digamos assim, ter colegas descrentes não é pecado.
       A questão maior existe no outro nível de amizade, aquela onde não é uma atividade em comum que une, mas laços afetivos. São aquelas amizades que existem por gostos em comum, onde os amigos têm prazer nas conversas e na comunhão um com o outro. São amizades que mantemos por decisão pessoal. Será que é, então, pecado ter amigos assim que sejam descrentes?
       Bem, a resposta a essa questão deve ser cuidadosamente dada, e exige uma certa dose de maturidade e equilíbrio do leitor. Isto porque ela é daquelas respostas do tipo “não, porque nem sempre”. Ou seja, não é pecado ter amigos descrentes, mas este tipo de amizade requer certos cuidados. Vamos entender isto.
     Primeiro, é claro na Bíblia que não é pecado, em si, ter amigos fraternos que não são crentes. Jesus teve amigos assim! Em Mateus 11:19, Jesus é criticado por seus opositores por ter amigos “publicanos e pecadores”. Jesus sentava com eles para comer, conversar e ter comunhão. Se Jesus tinha tal tipo de amizade, então é porque isto não é errado.
     Não obstante, embora a regra “se Jesus fez então não é pecado” se aplique aqui, uma ressalva precisa ser feita: Jesus não corria os riscos de uma amizade com incrédulos. De fato, sabemos que Jesus mantinha amigos incrédulos com o firme propósito de influenciá-los para o bem, de ensiná-los acerca do arrependimento e do evangelho. Além disso, Jesus certamente mantinha-se descontaminado de qualquer influencia pecaminosa que tal amizade poderia proporcioná-lo. Dito isso, penso que estes são os dois parâmetros a serem seguidos sempre que quisermos manter uma amizade com um descrente: 1) Esta amizade servirá para influência positiva em favor do evangelho; e 2) Esta amizade não me influenciará negativamente em favor do pecado.
       O seguinte texto nos dá base para o primeiro parâmetro:
“Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte; nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos os que se encontram na casa. Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus.” (Mateus 5:14-16)

      Enquanto estamos no mundo, não devemos nos esconder daqueles que precisam de luz. Pelo contrário, precisamos sempre procurar meios de fazer nossa luz brilhar diante dos homens e, assim, influenciá-los positivamente para que glorifiquem a Deus. Eu, particularmente, não vejo melhor ambiente para uma boa influencia do que uma amizade.
       Porém, no texto anterior a este que mencionei, diz o seguinte:
“Vós sois o sal da terra; ora, se o sal vier a ser insípido, como lhe restaurar o sabor? Para nada mais presta senão para, lançado fora, ser pisado pelos homens.” (Mateus 5:13)

       Este texto fala do perigo de deixarmos de ser uma boa influencia para os incrédulos. Uma amizade, portanto, onde nossa influencia não é positiva, mas neutra ou negativa, é uma amizade inútil e prejudicial. Uma frase que minha mãe sempre dizia era “Se você não é boa influência para os seus amigos, então você é uma má influencia para eles”. O que ela queria dizer é que se eu não dou um testemunho cristão para incentivar meus amigos a crerem em Cristo, então minha amizade é prejudicial a eles.
     Quanto ao segundo parâmetro, os seguintes textos nos deixam claro que qualquer amizade que nos influencia ao pecado é pecaminosa.
“Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.” (Salmo 1. 1).
“Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes.” (1Coríntios 15:33)
“Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus.” (Tiago 4:4)

      Penso que tais versículos nos deixam claros os limites e os riscos do relacionamento fraternos com incrédulos. Em amizades assim, certamente ocorrem emissão de conselhos equivocados, assuntos pecaminosos em conversas, práticas contrárias aos bons costumes e à Palavra de Deus, e etc. Por isso, é necessário muito cuidado para não se deixar influenciar negativamente por qualquer coisa que desagrade a Deus dentro de uma amizade.
       Contudo, é pecado ter amigos descrentes? A resposta é não, não é pecado, desde que esta amizade sirva para testemunhar a Cristo e não seja uma fonte de influência pecaminosa às nossas vidas. Baseado nisso, para encerrar, gostaria de deixar alguns conselhos:


1) Embora você possa ter alguma amizade com um incrédulo, dê preferência às amizades com cristãos. A comunhão com nossos irmãos em Cristo é uma ferramente poderosíssima de Deus para trabalhar a nossa vida espiritual. Por isso, é altamente recomendável que a maioria de nossas amizades seja com outros crentes.
2) Saiba que a amizade com um descrente deve conter limitações. Por exemplo, não é bom ter como “amigo de conselhos” alguém que não está sujeito à Palavra de Deus. Ou então, é preciso cuidado ao querer frequentar determinados ambientes com amigos descrentes, os quais você sabe que não se comportarão de maneira adequada à Palavra de Deus. Ou seja, estabeleça os limites necessários para que você possa manter seu bom testemunho e não receba uma má influência.
3) Se você é uma pessoa que já possui certa maturidade cristã e firmeza na Palavra, então estimule-se a desenvolver amizades com descrentes com o propósito de testemunhar de Cristo a eles. Não estou dizendo, porém, que você deve usar as pessoas, dando-lhes uma falsa amizade com segundas intenções. Mas, sempre que vier à tona uma certa afinidade com um descrente, procure desenvolver e estreitar tal laço, para que ele possa ter uma fonte de luz em sua vida. Coisas como chamar em sua casa para conversar sobre o assunto, ou marcar uma refeição em algum lugar, ou mesmo marcar uma partida de futebol são algumas possíveis atitudes que podem proporcionar ao amigo incrédulo momentos de exposição a um testemunho cristão.
4) Avalie o que te atrai a uma amizade com um incrédulo. Temos nossos motivos para nos aproximar das pessoas. Gostos em comum, hábitos em comum, pensamentos em comum, dentre outros. Porém, se aquilo que nos atrai a um descrente for um gosto, hábito, pensamento ou qualquer coisa que não agrada a Deus, então esta amizade se constitue em inimizade contra Deus (Tg 4:4).


       Se você sentiu-se edificado com o texto acima e, agora, está curioso sobre o que a Bíblia diz sobre algum outro tema, deixe seu comentário que tentarei responde-lo. Na próxima semana, veremos “O que a Bíblia diz sobre... jogar videogame”.

PS: Um texto muito usado para combater relacionamentos afetivos com incrédulos, como amizade ou namoro, é o de 2 Coríntios 6:14 que diz “Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas?”. Porém, o contexto deixa claro que este “jugo desigual” é no nível eclesiástico, ou seja, a igreja não pode associar-se com qualquer um que não serve a Cristo. Por exemplo, se uma igreja convidasse o Padre Quevedo para pregar estaria desobedecendo o texto acima. Por isso, tal texto não se aplica a relacionamentos pessoais, mas às relações eclesiásticas.